31.7.12

#IB - Believe In Everything: 44º Parte

Selena parou de beijar Justin e me olhou maligna. Dei de ombros na cara dela e a amaldiçoei em pensamento. “Ciumenta do caralho”, pensei. Levantei da cadeira e saí andando. Rafa foi atrás de mim e andamos até um gramado do outro lado do clube. Um campinho de futebol. Sentamos na grama fofa e coloquei minha cabeça no ombro ela.

- O que você vai fazer Lú?
- Tenho que pensar. E eu vou ser muito cruel. Aquela vaca merece o pior de mim.
- Falou a doce e gentil.

Rafaela começou a rir e mostrei meu dedo do meio pra ela.

- Eu sou doce e gentil mesmo. Porém, sou muito má quando quero.
- Nunca te vi sendo má com alguém.
- Para com isso, Rafa! Me deixa pensar.    
- Então tá, nervosinha.
- Tem que ser uma coisa que vai fazê-la sentir na pele e coração que eu sou perigosa.
- Então é impossível.
- Vaca.

Rimos juntas e vimos Justin surgir na grade do campo. Revirei os olhos e ele entrou, se aproximando de nós.

- Lulu, eu não sabia que ela...
- Não importa Justin. Agora a Selena vai pagar caro.
- Por quê? Ela só me beijou, Lulu.
- Não estou falando disso. To falando da cara dela quando ela te beijou. Deu vontade de ir lá e meter um soco na fuça dela.

Justin riu de mim e me abraçou.

- Não sei se você esqueceu, mas a minha namorada é você.
- A sua namorada é a Selena, não eu.
- As beliebers pensam que ela é a minha namorada. Bem, a mídia pensa isso. Mas, você sabe que eu só quero estar com você, minha Lulu.
- Awn Biebs, que fofo.
- Até eu me emocionei agora. Que lindo, Bieber.

Biebs beijou minha bochecha e deitei minha cabeça em suas pernas. Ele começou a brincar com meus cabelos enquanto eu pensava em como ser cruel com ela. E pensar que pra mim ela era um ídolo a se espelhar.

- Biebs, você me ajuda em uma coisa?
- Que coisa?
- Eu não sei ainda direito, mas se você puder ajudar, seria ótimo.
- Então eu ajudo sim Lulu. O que você está pensando em fazer?
- Brincar um pouquinho com a sua namoradinha.

Sorri maléfica e mordi meus lábios. Justin olhou para Rafa, que deu de ombros. Ela não perde por esperar.

(...)

- Scott, meu pai me ligou, dizendo que era para eu voltar para casa imediatamente.
- Por que Lú? Se quiser, eu falo com ele...
- Não precisa. Acho que ele quer conversar comigo sobre o meu carro novo.
- Quer que eu te leve?
- Scooter, pode deixar que eu levo. – disse Justin, chegando mais perto de nós.

Primeira parte do nosso plano entrando em ação.

- Mas, e a...
- Por favor.
- E você vai me deixar aqui, Jus? – disse a vaca. Ops, a Selena.
- Eu também preciso conversar com o pai dela Sel. É muito importante.
- Então tá.

Selena me olhou com as sobrancelhas arqueadas e sorri maléfica.

- Você nem imagina o quanto é importante, Scott.

Ele me olhou com clareza e deu de ombros.

- Então tá Luísa. E o seu irmão e a Rafaela?
- Meu pai achou melhor eles ficarem. Era uma conversa particular a três.

Dava pra ver a raiva nos olhos dela. Era isso que eu queria.

- Vamos Lulu?

Justin me levou até o estacionamento e entramos no seu carro. Comecei a rir. Não agüentei segurar. Ele me olhou sorrindo e fomos para a casa de Justin.

- Você deve estar amando tudo isso.
- É claro que eu estou. E se sinta feliz, porque você vai estrear seu Fisker.
- Vou?
- Vai. E eu queria ir ao shopping também, se não se importa. Tenho que olhar umas roupas.
- Claro.

Não demorou muito até chegarmos. Descemos do carro e fomos para o quarto dele. Justin não desgrudava do meu pescoço.

- Ain Biebs, não precisa disso tudo.
- Você não sabe a saudade que eu estava de você, minha princesa. A casa é toda nossa!
- Você quer um beijo, não é?
- Cinqüenta beijos.
- Quer me matar? Não tenho fôlego...

Ele nem me deixou terminar. Nos beijamos enquanto subíamos as escadas. Entramos no quarto e ele me jogou na cama, me olhando malicioso.

- Você acha mesmo que eu vou deixar você me atracar? Desconfia Biebs.

Levantei da cama e saí do quarto. Ele foi atrás de mim sem entender. Comecei a rir com as declarações dele.

- Ah não Lulu, eu tenho ainda muita saudade pra matar!
- Então espera. Eu não tava brincando quando disse que meu pai queria falar comigo.
- Achei que você tinha mentido.   
- Ele me ligou mesmo. Mas a parte da urgência era mentira.

Justin riu de mim e abraçou minha cintura.

- Você é mais malvada do que eu havia imaginado.
- Eu sou mesmo. Vamos logo, eu to curiosa pra saber o que ele tem pra falar comigo.

Apostamos corrida até a garagem e ele pegou a chave do Fisker. Entramos no carro e fiquei deslumbrada. Era incrível mesmo.

- Legal né? Nem eu acredito que tenho um.

Biebs deu partida e saímos. Ele ligou o rádio e tocava Starships, da Nicki Minaj. Cantei junto e Justin ria das minhas caretas. Eu sempre fiz caretas estranhas enquanto cantava rap.

Chegamos. Abri a porta com minha chave e não o vi na sala.

- Pai? Onde você está?
- Aqui na cozinha! – gritou ele.

Andamos até lá e praguejei baixinho quando vi o motivo dele me ligar. Dylan estava sentado em uma cadeira do lado da pia e meu pai parecia fazer cookies.

- Oi Rodrigues. Não sabia que viria acompanhada.

Mordi meus lábios. O que era pra ser um começo de vingança, acabou virando um ciúme louco vindo dos dois. 

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Hey Geliebers! 


E agora? O que a Lú vai fazer? E essa vingança, como vai terminar? No próximo capítulo ;* 


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30.7.12

#IB - Little Angel: Capítulo 9

Mode Justin on*

Já estava na hora do intervalo. Sentei em uma das mesas no meio do refeitório e os caras vieram atrás de mim. Eles me idolatravam só por eu ser o capitão do time de basquete. O time ficou conversando sobre o treino de ontem, mas eu só conseguia pensar na Angela. Nem prestei atenção nas aulas. Só conseguia pensar no jeito meigo dela e no sonho doido que tive ontem à noite.

Queria vê-la hoje. Preciso ver ela. É quase uma necessidade. Senti alguém me chacoalhar forte e olhei para o imbecil com raiva nos olhos.

- O que é? – perguntei, ríspido.
- Nossa Biebs, não precisava disso.
- E também não precisava me sacudir, Luke.
- Tá, desculpa. Mas, você sabe qual vai ser a tática deles?
- Dos Mooses*?
- É.
Pensei um pouco antes de responder. – Eu falei com o Phil no fim de semana, ele estuda no Hilfmann High. Ele disse que não sabe tudo, mas disse que assistiu vários treinos deles só para me contar.
- E como é? – perguntou Julian.
- Eles vão atacar pela direita e, se estivermos com a bola, vão lançar o elemento surpresa.
- Que elemento surpresa – perguntou Victor -, capitão?
- O...

Não consegui falar depois disso. Fiquei boquiaberto e os rapazes olharam para mim sem entender. Angela passava perto de minha mesa. Ela vestia um mini short que, meu deus, me deixou sem ar. Que bumbum é aquele? Jesus Cristo. Olhei onde ela sentou e Victor me cutucou.

- O que é, paspalho? – perguntei.
- Qual é o elemento surpresa?
- Ah... eu esqueci o nome do indivíduo, desculpem caras. Quando lembrar, eu falo.

Continuei a olhar para ela. Angela sentou em uma mesa com outra morena, uma ruiva e um rapaz. A morena tinha os cabelos lisos e eram bem compridos. A ruiva tinha os cabelos vermelhos como fogo, o rosto cheio de sardas e estava sentada do lado de um rapaz. Ele tinha cara de ser engraçado. Toda hora ele fazia as meninas rirem.

Será que ele é namorado da Angela? Duvido muito. Se não ele sentaria do lado dela e não da ruiva. Molhei os lábios e procurei entre os caras o Brad. Brad é do 10º ano, ele deve saber algo sobre Angel.

- Brad?

Ele me procurou entre os caras e me olhou atento.

- Sim, Biebs?
- Vem aqui, por favor.

Brad levantou-se do lugar que estava e sentou do meu lado.

- Está vendo aquela mesa ali? – apontei para a mesa de Angela e ele assentiu.
- Estou sim.
- Você a conhece?
- Qual delas?
- A morena.
- Ah, já peguei três vezes. Morena boa, muito boa.

O olhei confuso e olhei para Angela. Ela nunca faria isso, eu acho. É pura demais.

- Qual das morenas você ta falando, Brad?
- A de minissaia jeans.
Revirei os olhos e apontei para Angela – Eu to falando da outra morena, cara.
- Ah! – exclamou ele, olhando com clareza para Angel – Nossa Biebs, que avião. Que pernas são aquelas? Meu Deus.

O olhei enciumado e dei um tabefe em sua cabeça.

- Para de olhar, palerma. Você conhece ela?
- Se bem que você falou, ela faz geometria e biologia comigo. Ela é muito nerd.
- Não é de surpreender. – pensei alto. Olhei para ele e cheguei mais perto, mais por fazer segredo – Bem, eu queria que você fizesse uma coisa pra mim.
- O que, capitão?

Quando ia dizer, Selena sentou na minha frente, em cima da mesa.

- Oi Jus.
- Ah – revirei os olhos -, vai começar.
- Você vai sair hoje?
- E isso é da tua conta?
- Não precisava ser grosso, Jus. Mas, eu tava pensando de nós irmos ao Junior’s Diner mais tarde, o que acha?
- Eu acho que você devia descer da mesa e sumir da minha vista.
- Aaah Jus, para de ser chato! – disse ela, com uma voz manhosa e aguda que eu odeio.
- Anda Selena, sai daqui.

Ela desceu bufando e saiu de perto de nós. “Graças a Deus”, pensei. Voltei minha atenção ao Brad e o olhei decisivo.

- Eu quero que você descubra mais sobre a Angela pra mim.
- Quem é Angela?
- A morena, teu lerdo.
- Ah tá... e o que eu ganho em troca?
- Já não tem minha confiança?
- Acho que agora tenho.
- Então, isso já é ótimo. – suspirei e olhei para ela, que estava rindo. Que sorriso lindo. – É, você vai contar pra mim tudo o que souber, tá bom?
- Ok. Mas, pra que tudo isso capitão?
- Eu preciso saber mais sobre essa garota. E é urgente.
- Vai dar uns beijos nela, Biebs?
- Eu quero muito mais que isso, eu quero... – parei por um instante e o olhei confuso – Por que eu to te contando isso? 
- Não tenho a sua confiança?

“Droga.”

- Quando eu tiver certeza, pode deixar que eu te conto tudo. Agora, time – chamei o resto dos caras – vamos conversar sobre a tática deles.

Todos olharam atentos para mim e continuei a falar sobre os segredos dos Mooses e mais outras coisas.

Mooses: Alces
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Hey Geliebers! 


Será que o plano do Justin vai dar certo? No próximo capítulo! ;* 


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28.7.12

#IB - Believe In Everything: 43º Parte

Dylan se aproximou e desci do carro. Que hora de aparecer, hein?

- Eu estava pensando em te encontrar hoje Lú. Quero dizer, é... queria sair com você, Rodrigues.
- Dylan, eu não posso agora, desculpe... eu vou ficar com...
- Comigo, não é Lulu? – disse do Justin, parando do mau lado e olhando Dylan dos pés a cabeça.

Aquele clima chato e ciumento circulava entre nós três. Não vou culpar do Dylan por ter vindo justo agora, foi um contratempo.

- E você, quem é? – perguntou Dylan.
- Justin. Amigo da Luísa. E você?
- Dylan. Ex-namorado dela.

“Uma grande facada no coração. O Dylan é muito insensível quando quer.” O olhei brava e ele abaixou a cabeça ligeiramente.

- Ah, bom saber... Dylan. – Justin disse como se estivesse com nojo de pronunciar o nome dele e me olhou sorrindo – Então... temos que ir lá pra casa, todos estão à sua espera.
- Ok Biebs, já estou indo. Você já pode voltar pra Range agora.

Ele assentiu e entrou no carro. Respirei fundo e olhei para Dylan um tanto culpada e tensa.

- Desculpa por tudo isso Dylan, é... depois nós saímos, tá?
- Claro Rodrigues. Vou te ligar depois.

O olhei sorrindo e assenti. Abracei-o e entrei no carro. Dylan se foi com as mãos nos bolsos novamente e Justin pisou fundo no acelerador.

- Então esse é o tal Dylan? – perguntou ele, depois de minutos de um agonizante silêncio. 
- É sim.
- Ele não é de Las Vegas?
- O Dylan está na casa da prima dele, Biebs. Não precisa ficar bravo.
- Eu não estou bravo...

Justin colocou o carro na garagem e todos nós descemos da Range.

- Só estou com ciúmes.

Rimos de Justin e entramos em sua mansão.

(...)

- O que acha de dar uma volta no meu novo Fisker?
- Ah Biebs... não sei...
- Por quê? Vai ser divertido Lulu, vai, por favor!
- E você já andou nele?
- Não. Por isso quero estreá-lo com você, Lulu.
- Isso não é certo, Justin. E a Sel? Scott?
- Até parece que o Scooter gosta de corridas alucinantes.
- Corridas?
- É! Corridas! Esse carro voa como o vento, Lulu.
- Não sei se isso é certo Biebs, não se pode andar em alta velocidade na rua.
- Mas na estrada sim.
- Estrada?
- Vamos para um clube perto daqui, uns 18 km depois da rodovia.
- Justin, você endoidou?
- Eu já falei com os caras e eles toparam. É só você avisar seu pai e pronto.
- Mas, eu nem trouxe biquíni!

Justin riu de mim e me abraçou carinhosamente.

- A Carin te empresta um. Se você quiser, eu até ligo pro seu pai.
- Seria uma comédia ver você falando no telefone com ele, Biebs! – soltei uma risadinha descontraída e ele beijou minha bochecha.
- Pode deixar que eu ligo então, minha Lulu linda.

Biebs beija minha bochecha novamente e sorrio sem graça. “Como eu amo ele”, pensei “Não queria ir embora amanhã...”

(...)

Estávamos no carro eu, Rafa, Pedro, Scooter e Carin. Em outro, Biebs, Selena, Alfredo e Moshe. É claro que eu não vou atrapalhar o Biebs com a Sel, mas, que dá ciúmes, dá. Justin não pôde ir com seu Fisker, pois Scott não deixou que ele fosse. Ainda mais sabendo do seu plano louco de andar a quase 250 km por hora na estrada. E comigo no carro. Porém, Biebs não desistiu de me levar para passear no seu conversível. 

Scooter nos contava das gracinhas de Justin e todos nós caíamos na risada. É claro que eu sei que o Justin é um completo idiota que adora fazer pegadinhas. E fazer coisas totalmente anormais. Isso é com ele mesmo.

- É verdade mesmo que as americanas só usam biquínis grandes?
- É sim Pedro. Não é igual no Brasil.
- Que coisa. E eu com expectativas de ver alguma americana com um biquíni minúsculo.

Rimos dele e deitei minha cabeça em seu ombro. Queria estar no outro carro, com o Justin. Mas, infelizmente, ele não pode fugir das responsabilidades de namorado exemplar. Como eu queria poder ter ele só pra mim. 

Entramos. Era um lugar lindo, cheio de palmeiras e o sol ficou ao nosso favor hoje. Não tinha muita gente, no máximo 10, 15 pessoas. Scooter estacionou o carro e descemos. Eu e Rafa fomos para o vestiário com Carin, já que não sabíamos o caminho. Pedro foi com Scooter. Justin não tinha chegado ainda.

Nós três fomos tomar sol do lado da piscina e Scott e Pedro tomaram um mergulho. Eu tinha uns biquínis na casa do meu pai e emprestei um para a Rafa. Nessas horas, eu sentia saudade do calor do Brasil. Nem tinha tanto sol assim, mas dava pro gasto.

Não demorou muito até o Justin aparecer com a Selena. Eles ficaram no outro canto da piscina. Selena deu um mergulho e Justin piscou pra mim, me fazendo rir.

- Queria ficar do seu lado! – ele pareceu dizer. Só fez movimentos com os lábios e ri dele.
- Eu também! – respondi.

Ele fez um biquinho muito fofo e eu e Rafa rimos dele. Justin pegou seu celular e não deu nem dois segundos e já tinha uma mensagem no meu.

Depois você dá uma saída discreta daí e eu te sigo. To com saudade do seu
beijo, Lulu.

Revirei os olhos e sorri depois. Até com a Selena aqui ele não consegue sossegar! Assenti pra ele e Justin mordeu seus lábios. Ouvimos Selena chamá-lo para entrar na piscina e ele deixou o celular de lado e foi junto dela.

Sel se aproximou de Justin e deu um beijão no Justin. E teve a cara de pau de me olhar ainda. Senti uma dor no coração e fingi que não estava vendo. Peguei meu celular e fiquei jogando Tetris enquanto esse teatrinho passava.

- Amiga, não liga pra essa vaca, tá? Ela sabe que você gosta mesmo do Justin.
- Uma bela vaca né? Poderia estar no pasto agora e não com o meu Biebs.

Rafa riu de mim e não deixei de sorrir.

- Ela vai ver só, o jogo só começou.
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Hey Geliebers! 

Já vi que isso virou uma guerra. Luísa VS. Selena. E agora? O que a Lulu vai fazer em troca? No próximo capítulo! ;* 

Esposa do Bieber: Girl, vou fazer a parceria com você, ok? Só vou postar aqui e já vou te colocar *-*

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27.7.12

#IB - Little Angel: Capítulo 8

Fiquei tanto tempo pensando na Angela que acabei dormindo e, ainda por cima, sonhando com ela.

Andava pela escola. Estava totalmente deserta. E eu estava trancado, sem ninguém para abri-la para mim. Passei pelo ginásio, todas as salas, refeitório e sala dos professores e ninguém estava lá. Sentei no chão, sem saber o que fazer e tentei abrir as janelas também, todas trancadas.


Já estava lá, trancado, há mais de horas. Também não tinha comida, por incrível que pareça. A fome era grande. Procurei meu armário, pensando se pudesse ter algo para comer lá.

Andei, andei e andei, até que o encontrei. Abri o armário e encontrei um bilhete e um sanduíche de pasta de amendoim com geléia. Li o bilhete, que dizia assim:


“Vá até a entrada da escola que te mostrarei o que fazer para sair.”


- Opa, é pra já. – disse, mordendo meu sanduíche.


Corri até a entrada e vi outro bilhete no chão. Peguei-o e o li, ansioso.


“Se pedir por ajuda com fé, eu te ajudarei a sair.”


- Como assim? – pensei alto e cocei meu queixo.


Encostei-me na parede e pensei um pouco.  É claro que eu quero sair. Eu preciso sair. Comecei a pedir em meu pensamento. “Vai, por favor. Eu tenho que sair! Eu... eu não agüento mais ficar aqui sozinho...”.


Passaram-se minutos. Exatamente, pareceram séculos. “Eu quero sair! Por favor!”, ainda pedi em pensamento. Droga, por que não aconteceu nada ainda?


[...]


O tédio me dominava. Já tinha rabiscado toda a parede com a chave do meu carro escrevendo todas as meninas que eu peguei no ensino médio. Eram 92. Espera, 93... com a Shelby. Respirei fundo e mordi meu lábio inferior. Estava todo suado. Meu cabelo não parava em pé, o gel havia saído. Suspirei e me ajoelhei, encostando meu rosto no chão.


- Por favor, por favor, por favor, por favor. Eu preciso sair daqui! – gritei.


Meu desespero aumentou quando vi que já era tarde. Minha mãe vai me matar. Arrancar minha pele fora. Só de pensar nisso, eu levantei e chutei a porta com toda a minha força. Que raiva.


Comecei a chorar de raiva e soquei o chão, as paredes, tudo. Pedia por liberdade até não querer mais. Estava diante a porta, olhando-a com um misto de raiva e tristeza, já que não conseguiria sair de lá mesmo.


Então, a porta se abriu lentamente. E a minha frente, surgiu um anjo. Cabelos castanhos, olhos cor de mel e tinha duas asas brancas ao seu redor, com uma auréola sobre sua cabeça e esbanjava um sorriso lindo. Ela estava de braços abertos e voava também. Sorri ao vê-la e notei que era Angela. Levantei e sorri para ela.


Angela pousou no chão e me aproximei dela, segurando em sua cintura. Não sei o que deu em mim, mas os olhos dela me chamavam.  Seus lábios me chamavam. Eles eram vermelhos naturalmente e pareciam reluzir. Fechei os olhos e aproximei minha boca da dela para beijá-la e...

- Justin, meu filho, acorda.

Abri os olhos e vi minha mãe.

- Ah não mãe. Por que você me acordou na melhor parte do sonho?
- Eu percebi que era a melhor. Você estava fazendo biquinho. – ela riu de mim e sentou em minha cama. - Quem você beijava?
- Uma anja.
- Ah, você? Beijando uma anja?
- Não comece logo de manhã, mãe.

Sentei na cama e esfreguei meus olhos com as costas da mão.

- Estou brincando filho.
- Tudo bem, eu te desculpo. Que horas são?
- Hora de você ir tomar banho para ir ao colégio.
- Ah não.
- Ah sim. Pode ir levantando e indo para o banheiro.

Revirei os olhos e levantei, entrando no banheiro.

(...)

Mode Angel on*

Acordei com uma sensação estranha hoje. E antes do despertador. Parecia que alguém... estava me beijando. Ou iria me beijar. Isso é muito esquisito. Era como se uma mão me segurasse na cintura e me aproximava de algo, alguém. Revirei os olhos e saltei da cama. Tomei meu banho e coloquei uma blusa de manga comprida e um mini short.


Mesmo estando calor, me deu vontade de colocar aquela blusa. Hoje é o dia das esquisitices. Só pode. Peguei meus livros e desci para a cozinha. Já era rotina tudo o que eu fazia: Comi minha torrada, tomei meu café com leite e fiquei no sofá esperando Carly.

Esperar quase uma hora por ela também era rotina. Revirei os olhos quando senti ela me cutucar no carro. Virei meu rosto para ela, perguntando “o que foi pirralha?” com os olhos.

- O Justin te achou bonita.

“Ele me achou bonita, tá bom.”

- Hm.

Ouvi minha mãe rir de mim e bufei. Até parece que ele deve mesmo ter me achado bonita. Minha mãe me deixou na escola e andei pelos corredores. Dessa vez, tinha uma garota familiar beijando um jogador encostado no mesmo armário. E falando nisso, ela estava com uniforme de líder de torcida. Aquele corpo magro da garota me era familiar.

Lembrei de que Carol nos disse ontem, da Selena. Deve ser ela, eu acho. Se bem que era a mais magra quando a vi, rodeada de garotas. Dei de ombros e encontrei David só, sentando em um canto.

- Ei David, como vai? – perguntei.
- Ah, oi Angel. Vou bem.
- Ótimo. É... cadê a Jenny?
- Não chegou.
- Ah... O Daniel melhorou?
- Sim, mas ele quer ficar doente por mais tempo.

Ri de David e sentei ao lado dele.

- Ontem aconteceu uma coisa muito estranha comigo.
- O que?
- Só te conto se prometer não contar a Carol. E pode deixar que eu contarei a Jenny.
- Tudo bem.
- Eu fui levar a Carly na casa de um amigo e, que por muita coincidência, era a casa do Justin.
- Que Justin?
- Ah, quero dizer, do Biebs.
- O nome dele é Justin?        
- É. Estranho, não? Um nome tão comum.
- É mesmo. E ai? O que aconteceu?
- A mãe dele me chamou para entrar. Ela se chama Pattie.
- A mãe dele? Olha, você deve ser muito querida pelas senhoras.
- Às vezes, até eu acho isso.

Eu sei que menti para David, mas, era necessário. Até eu, a santa das santas, mente de vez em quando. Ele não precisa saber que foi o Bieber que me chamou para comer na casa dele ontem. Rimos juntos e Jenny chegou, sentando ao lado de David.

- Você viu com quem a Carol chegou? – disse ela.
- Com quem? - perguntei.
- Com o Henry. Parece que foi muito mais que uns beijos.
- Essa Jepsen é doida. – disse David.

Rimos dele e o sinal tocou. Cada um foi para sua sala. Essa aula eu tinha com o David. Álgebra. Posso admitir que será uma comédia. 
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Hey Geliebers! 


Olha eu aqui de novo! Awn, muito fofo o sonho do Justin. Pena que a Pattie acordou ele bem na melhor parte. Próximo capítulo: Plano doido de Justin. Estão ansiosas para saber qual é esse plano? No próximo capítulo! ;*


Esposa do Bieber: vou avaliar seu blog e, se eu gostar, pode deixar que eu faço a parceria com você, love. (:


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#IB - Believe In Everything: 42º Parte

Depois de horas nos divertindo, todos juntos, meu pai veio nos buscar. Justin implorou até de joelhos para nós ficarmos, mas, do jeito que meu pai é severo... Porém, eu que pedi para que Justin parasse de insistir. Tenho contas a acertar com meu pai.

Chegamos ao sobrado dele e tomamos nossos banhos. Eu fui a última a tomar e, estava pensando em como começar a interrogá-lo. Sei lá, não tenho nada em mente. Por que ele viria para cá sem motivos? Aliás, um motivo tem, mas,
qual?

Terminei meu banho e coloquei um casaco e uma calça jeans surrada. Estava um pouco frio, realmente.


Não conseguia sair do quarto para falar com ele. Parecia que havia uma barreira na porta que não me deixava ir. A indecisão me dominava. “E se ele for grosso comigo outra vez? Não sei se vou resistir.” Isso me martelava demais. Eu nunca agüentei que alguém fosse mal ou grosso comigo uma série de vezes.

Escutei baterem na porta e mandei entrar. Eram Rafaela e Pedro.

- O que foi Lú? – perguntou Pedro.
- Ah Pedrinho, eu tenho que conversar com o papai, mas não consigo.
- Conversar sobre o que?
- Muitas coisas. Depois que eu resolver tudo isso, pode deixar que eu te conto, ok?
- Tá bom.
- Rafa, ele está no quarto dele?
- Sim, acabou de ir para lá.

Suspirei agoniada e mordi os lábios. Assenti para ela e levantei. Andei até o corredor e caminhei até seu quarto. Eu estava tensa demais, não parava de morder meus lábios. Peguei na maçaneta e hesitei, não conseguia abri-la.

Bati na porta. Ele não disse nada. Esperei com as mãos juntas atrás da porta e ele a abriu. Nossos olhares se encontraram e seus ombros caíram.

- Você quer que eu te conte, não é?

Assenti suspirando e ele sorriu tristemente. Meu pai me deu passagem e entrei. Sentei na cama e o olhei esperando uma resposta.

- Filha, eu estou tão tenso quanto você. Não sei como te dizer isso.

Murmurei e suspirei em seguida. Cruzei os braços e ele coçou seu queixo pouco barbado. Luis sentou do meu lado e olhou em meus olhos.

- Eu passei a noite inteira pensando em como te dizer e espero que me entenda.
- Claro pai.
- Ok... há um mês atrás, eu estava em um cassino jogando poker e apostando. A aposta foi aumentando, aumentando... até que, em busca de mais dinheiro para as apostas, apostei minha casa. Quando notei a burrada que fiz, não tinha mais onde morar. E nem dinheiro para me hospedar em um hotel.

Molhei meus lábios e respirei fundo.

- E eu fui atrás da sua tia Mariah. Ela me deixou morar na casa dela até eu conseguir arranjar dinheiro. Depois, consegui dinheiro o suficiente para comprar uma passagem para cá. Um amigo meu, o Timmy, estava com essa casa para alugar. Ele entendeu o meu caso e diminuiu o meu aluguel em 15%, mas ainda é um pouco caro. E eu estou trabalhando na empresa dele, ganhando um salário.
- Como você... pôde? Quantas vezes eu já te disse para não apostar nesses jogos, pai!
- A culpa não é minha! Você sabe os meus vícios!
- Sei muito bem. E o meu dinheiro do concurso? Você o torrou também?
- Não, filha. Eu disse que aquele dinheiro seria para o seu carro, não disse?
- E para a minha faculdade.
- Isso mesmo. Nisso eu nem toquei, pode ter certeza. Mas eu estou muito arrependido do que fiz, minha filha.
- Espero que esteja mesmo. E você mentiu pra mim, dizendo que era coisa de um mês. Você vai morar aqui agora, não é?
- Por enquanto, sim. Eu vou juntar dinheiro e com o tempo, vou tentar voltar para Las Vegas. Ou até morar em outro lugar, Nova York, San Francisco.
- Entendi.
- Você me perdoa por ter mentido e sido grosso? Eu estava... muito tenso, nervoso com tudo que aconteceu.
- Perdôo sim pai. Mas, você vai ter que me prometer uma coisa.
- O que?
- Que não vai mais implicar com o Dylan.
- Mas aquele garoto é um...  
- Eu quero que o senhor prometa.

Meu pai revirou os olhos e assentiu. Sorri e o abracei forte. Mesmo ele tendo feito essa burrada, eu amo ele, muito.

- E que história é essa de namorar o Justin Bieber, minha filha?
- Ah... ele te contou, não foi?
- Quando pretendia me contar?
- Não sei... mas, já que ele falou... eu te falo.

Contei tudo a ele, desde o MSN até a semana do namoro. Depois a separação e a festa. Ele ficou surpreso com a sorte que eu tive, porque é surreal que o seu ídolo se apaixone por você.

- Por isso ele te chamou para a festa?
- É.
- Mas a namorada dele sabe?
- Não né pai, se soubesse, eu estaria morta.

Rimos juntos e deitei minha cabeça em suas pernas.

- Ele é muito carinhoso, pai. O Justin até mandou um jatinho para nós três virmos até aqui.
- Gostei desse garoto. Ele pareceu ser responsável quando falou comigo no telefone.
- Como ele falou?
- “Senhor Rodrigues, eu queria te avisar que a sua filha está bem e em segurança aqui na minha casa, não precisa se preocupar. Eles três dormiram aqui. Pode deixar que eu cuido dela como se fosse minha namorada”.
- Aww, ele é muito fofo!

Sorri sem graça e meu pai riu de mim.

- “Como se fosse minha namorada”... isso foi uma indireta? – estranhei.
- Acho que sim.

Rimos novamente e Pedro entrou no quarto com meu celular na mão, dizendo que o Biebs queria falar comigo. Peguei-o e coloquei no viva-voz.

- Lulu, quando você vai voltar? Eu quero ficar pertinho de você!

“Nem um pouco melancólico.”

- Ah Biebs, eu não sei quando vou voltar. Pergunta pro meu pai.
- Senhor Rodrigues, a deixa voltar, por favor! Eu vou morrer sem ela aqui.

Rimos de Justin e meu pai me olhou sorrindo.

- Eu deixo sim, Justin. Mas terá que me prometer uma coisa.
- O que quiser, Sr. Rodrigues.
- Vai ter que deixá-la em casa antes das 22hs.
- É claro! Vou trazê-la 22hs em ponto.

Sorri sem graça e mordi meus lábios.

- Lulu, até daqui a pouco.
- Até lá, Biebs.

Desliguei o celular e comecei a rir. O Justin é uma comédia.

- Acho melhor avisar seu irmão e sua amiga.
- É mesmo. Obrigada por tudo pai.

Beijei a bochecha dele e saí do quarto super feliz. Avisei os dois e não demorou muito até Justin chegar. Quando estávamos entrando no carro dele, Dylan aparece.

- Rodrigues!

“Merda...”

- Oi Dylan!

Nos abraçamos e senti o ciúmes de Justin no ar.
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Hey Geliebers! 


E agora? O que a Luísa vai fazer? No próximo capítulo ;* 


Se tiver mais de 10 comentários ainda hoje, vou postar o capítulo 8 de Little Angel. Conto com a colaboração das minhas Gelebiebers *-*


Gostaram? Comentem! 


xoxo, Gih.