31.10.12

#IB - Believe in Everything: 70º Parte

Mode Justin off*

- Rafa!

Corri pelo aeroporto adentro e pulei no colo de Rafa, que começou a rir comigo. É claro que ela não ficaria de fora da minha festa de 16 anos. Logo atrás de nós, surgiram os gêmeos e minha mãe, segurando as malas. Desci do colo da loira e abracei Thiago, que estava super perfumado.

- Jesus! – disse, cheirando seu pescoço – Boss? Não acredito que você o roubou do seu pai!

Thiago começou a rir e beijou minha bochecha.

- Também estava com saudades, Lú. E aí JB! – disse ele, se soltando de meus braços e fazendo um toque com Justin.

Virei para minha mãe e sorri mordendo os lábios. Abracei-a forte. Mesmo vivendo com meu pai durante todos esses anos, eu criei um carinho especial pela minha mãe, aquele amor que você não consegue viver sem. Soltei-me dela e reparei que ela sorria e não era para mim. Virei para trás e vi meu pai sorrindo também. Olhei para ambos e sorri desengonçada.

“Fiquei de vela”

Andei um pouco para frente e tombei em alguém. Olhei para cima e vi aqueles olhos conquistadores me observando com um sorriso malicioso. Forcei um sorriso e sacudi minha cabeça, saindo daquele transe. Um amor do passado, tão longo, dolorido.

- Oi Lulu – disse Otávio, me abraçando.

Fui pega de surpresa e o abracei de volta. Eu não tinha mais aquele sentimento de indecisão. Já sei muito bem quem é o meu homem. Mas o Otávio está diferente, não sei. Ele também exalava um perfume forte, dessa vez não consegui o reconhecer. Aliás, o perfume me é familiar. 

- Como estão os preparativos?
- Ah, estão quase prontos! – disse, voltando a olhá-lo.
- Lú, você ter ganhado uma Ferrari! Cadê ela? – disse Thiago.

Voltei-me para ele e sorri, soltando meus braços de Otávio.

- Na casa do Biebs. Bem, vamos pessoal? Temos muita coisa a fazer!

Após todos se cumprimentarem, entramos na Ranger e no Fisker, já que eram várias pessoas. Enquanto meu pai dirigia a Ranger com minha mãe e com as malas, fomos no Fisker eu, Biebs, Rafa, Thiago e Otávio. Espremidos, já que todos queriam ir juntos.

Música alta, rock pesado. No sinal vermelho, todos balançando suas cabeças no ritmo e começamos a cantar novamente. A música acabou e todos falaram um “ahhh” melancólico. Em seguida, rimos muito. Apesar de todos os conflitos que tivemos, a amizade prevalece.

Chegamos à casa de Justin e estacionamos na frente de sua casa. Ajudamos meu pai, que chegou em seguida, a descarregar o carro e levamos aquele tanto de malas para os quartos vazios. Justin fez questão de que todos ficassem na sua casa, nem que nós dormíssemos na sala, todos juntos.

(...)

O dia foi cedendo para a noite, libertando aquele lindo pôr do sol no imenso céu. Nossa tarde foi incrível. Resumindo tudo, depois de arrumarmos nossas malas em seus respectivos quartos, Justin levou-nos para passear no shopping. Eu e Rafa fizemos a festa, compramos os vestidos que usaríamos na minha festa e os meninos foram atrás de guitarras novas. Pedro e Débora ficaram no McDonald’s com minha mãe e meu pai, já que a Débora fez um “acordo de paz” comigo.

Justin foi caminhar com Kenny e Moshe atrás de um supra que ele estava procurando há dias, me deixando sozinha com Rafa. Estávamos tomando sorvete, sentadas em uma mesa e com as sacolas do lado e senti alguém deslizar suas mãos em meus ombros, me deixando arrepiada. Rafa fez uma cara maliciosa e estranhei. Se fosse o Justin, eu saberia. Porém, não era ele.

Olhei para cima e vi Dylan. Uma surpresa em tanto. Não esperava que fosse ele.

- E aí Rodrigues! – disse ele, beijando minha testa.
Levantei, o abraçando em seguida – Que surpresa, Dylan. Está visitando sua tia outra vez?
- Na verdade, não. Acha que eu me esqueceria do seu aniversário tão rapidamente?

Sorri. Por essa eu não esperava.

- Eu sabia que você estaria visitando seu pai e pedi para minha mãe me deixar passar uns dias aqui. Cheguei ontem.
- Que ótimo.
- Amiga, esse que é o Dylan? – sim, eu tinha até me esquecido da presença dela.
- É sim Rafa! Ah, Dylan, essa é a minha amiga Rafaela.

Dylan sorriu em forma de cumprimento e Rafa assentiu, devolvendo o sorriso.

- Então... eu vou dar uma festa amanhã em comemoração do meu aniversário e estou te convidando!
- Legal. E onde vai ser, Rodrigues?
- Na casa do Justin.

Dylan fez uma cara de desentendido e me lembrei que não tinha contado a ele do Biebs.

- Ah... do Justin Bieber. – disse, sorrindo sem graça.
- Então, a Rodrigues tá tão famosa ao ponto de sua festa de 16 anos ser na casa do JB.
Dei de ombros – É uma longa história.
- Eu não tenho nada para fazer – disse ele, sorrindo.
- Então tá!

Rimos e ele sentou-se à mesa e comecei a contar tudo do início ao fim, de onde paramos agora. Dylan nem ficou surpreso, imagine.

- Então era ele naquele dia?
- Era – disse, um pouco sem graça.
- Hm – murmurou ele, depois sorrindo – Ele não vai ficar com ciúmes?

Ri de Dylan e vi Rafa olhando para o lado, o que me fez olhar também. Justin, Kenny e Moshe se aproximavam e mordi os lábios.

- Lulu! Rafa! – disse ele, parando ao meu lado da mesa – Compraram seus vestidos?     
- Sim, Justin – disse Rafa, um pouco tensa, assim como eu.
- Queria vê-los mais tarde, amor. Dylan, meu camarada – disse ele, dando tapinhas nas costas do Dylan – Como vão as gatinhas?

Suspirei aliviada ao pensar que eles dois se deram bem. Também, depois que quase se atracarem naquele dia, só poderiam ser amigos mesmo.

- Estou na seca, Justin. À espera de uma gatinha, se é isso que quer saber.

Eles riram e eu e Rafa nos olhamos, sem entender.

- Lulu, temos que ir, ainda temos que encontrar os gêmeos e seu pai.
- Sem falar na Débora e no Pedro.
- O seu irmão também está aqui? – perguntou Dylan.
- Está sim.
- Seria ótimo vê-lo.
- Então vem com a gente! – disse Justin – Eles devem estar no McDonald’s.
- Tudo bem.

Pegamos nossas sacolas e fomos a caminho da praça de alimentação. No caminho, encontramos os gêmeos, em uma loja de música, conversando com duas meninas. Eles não perdem tempo.

- Thiago! Otávio! Temos que ir!

Thiago piscou para a loira e saiu andando, com uma capa de guitarra nas mãos. Otávio fez o mesmo, o seguindo.
- Comprei uma Gibson! – disse ele, com um sorriso de orelha a orelha.
- Seus bobos! Vamos atrás dos meus pais.

Parecia aquela galera festando no shopping. Começou a tocar uma música do Justin, sendo mais específica, Boyfriend, e começamos a cantar e dançar no meio do shopping. Eu e Rafa rimos das caretas do Justin e das danças dos meninos. Até Kenny e Moshe decidiram mandar ver e soltaram a voz.

Encontramos a praça de alimentação e vimos meus pais e o casal comendo lanches e tomando milk shakes. Sentamos com eles, conversamos, pedimos nossos lanches e comemos. Percebi que Justin, Dylan e Otávio se deram super bem. Isso é o que me deixa intrigada. Um é o meu namorado atual e os outros dois são os “ex”. Fiquei super confusa, mas ok.

Voltamos para casa do Biebs e me despedi de Dylan. Ele prometeu me ligar amanhã para me desejar um feliz aniversário fantástico e ri dele, o abraçando. Pegamos nossas sacolas que pareciam não acabar mais e colocamos na van, já que o Moshe insistiu que fossemos de van.

Já na casa do Biebs, fizemos a festa. Juntamos um monte de cobertores, travesseiros e colchões e ficamos na sala de TV assistindo The Big Bang Theory até começar o filme que os garotos queriam assistir: A Mulher de Preto. Eu estava morrendo, é claro, insistindo mais que tudo para não ver um filme de terror, mas parece que não tenho autoridade nenhuma no meio desse povo.

Enquanto o filme não começava, fui à cozinha tomar água. Saí do meio daqueles colchões todos e consegui pisar em cima do meu irmão e cair em cima dele. Acho que quebrei todos os ossos do corpo dele. Depois de me desculpar milhares de vezes, finalmente cheguei à cozinha.

Peguei um copo no armário e o coloquei no filtro, o ligando em seguida. Peguei o copo já cheio e sorri, ao ver Justin entrando na cozinha com um sorriso no rosto.

- O Scott quer falar com você.
- Hm – murmurei, terminando de tomar minha água – E você tem noção do que é?

Deixei o copo sobre a pia e Justin me abraçou, o que me fez sorrir e deitar minha cabeça sobre seu peitoral.

- Não, mas eu acho que é urgente.
- Ah, então vou lá...

Antes que terminasse de falar, Justin me beijou de surpresa e retribuí-o. Um beijo doce e carinhoso.

- Me deixa ir, Biebs – disse, rindo enquanto ele me prendia em seus braços.
- Só mais um beijinho, vai.

Ri dele e o selei, conseguindo me libertar de seus lábios e corri para as escadas com Justin me seguindo. Freei bruscamente ao perceber que iria trombar com Scooter e Justin acabou trombando em mim e me abraçando ao mesmo tempo. Quase caímos com tudo no chão, se eu não tivesse me equilibrado.

- Seu louco – disse, rindo dele.
- Você não fez o que eu pedi! – disse Justin, fazendo bico.
- Já vai Biebs, volta lá pra sala, o povo já está gritando.

E estavam gritando mesmo. Provavelmente o filme estaria começando agora.

- Ta bom, mas você me deve três beijos.
- Três? Não era só um?
- Agora são três.
- Ninguém merece um namorado desses, não sei como você agüenta, Luísa! – disse Scott, me fazendo rir.
- Eu sou perfeito, gostoso e sedução, diferente de você, Scooter. Por isso ela me ama.

Revirei os olhos, empurrando Justin – Larga de ser convencido! Vai logo acudir eles!

Justin riu de mim e foi atrás dos garotos. Virei para Scooter, sorrindo.

- O que queria falar comigo?
- É uma coisa super importante, e precisava da sua opinião. O que acha...
...................................................................................................................

Hey Geliebers! 


O que será que o Scooter vai dizer para a Lú? No próximo capítulo! 

Indicações:
http://mesninas-do-jb.blogspot.com.br/
http://bellieveinyourdreams.blogspot.com.br/

Gostaram? Comentem!


muito eu dando conselhos para meus amigos u-u 

Adoro vocês, Girls!
Beijinhos, da Gih. 

30.10.12

#IB - Blue Jeans: Capítulo 14


Era uma vez, alguns erros atrás
Eu estava na sua mira, você me pegou sozinha
Você me encontrou
I Knew You Were Trouble,Taylor Swift

               

                                                      Alice mode on

Tive tanto medo de feriar os sentimentos de Josh, que quem acabou saindo machucada foi eu .

Cheguei em casa rapidamente e subi as escadas me trancando no quarto , minha mae estava sentada no sofá assistindo tv. Ela ouviu eu bater a porta do quarto e subiu pra saber o que estava aocntecendo .

-Alice ! O que aconteceu ? Por que você entrou correndo em casa ? O que houve ?]

- Nada mãe, nada - falei aos prantos –

- Como nada ! Por que está chorando ? Abre a porta !

- Não mãe , não quero abrir, nem conversar.

- Tudo bem , quando estiver mais calma a gente conversa.

Ouvi seus passos se afastando , e eu continuava chorando. Eu acabei com a minha amizade com o Josh , nunca mais seriamos melhores amigos, as coisas agora estao diferentes. Me sinto muito mal por não ter conseguido dizer negar aquele beijo ! Nada poderia ter sido pior . Estava com muita dor de cabeça entao tomei um remedio e acabei dormindo .

Algumas horas depois minha mae estava batendo a porta , provavelmente era hora de jantar . Abri a porta e percebi que quem batia não era minha mãe , era o meu pai .

- Oi filha

-Oi pai

- O que aconteceu ? Sua mãe falou que chegou chorando .

-Não quero falar sobre isso agora pai

- Meninos não é ?

-Talvez

-Tudo bem , depois conversamos, agora vamos jantar ?

-Aham

Descemos a escada e minha mae já estava a minhe espera . Conversamos sobre o colegio, sobre minha suspensao . Meu pai reclamou um pouco mas foi um sermão rapido . Graças a Deus eles não tocaram no assunto de eu ter chegado chorando. Quando estavamos quase acabando de comer meu pai disse que tinha que converasr uma coisa muito séria comigo, gelei. Só faltava ser aquelas conversas que um pai tem com uma filha quando ela já esta quase adulta, só faltava ser isso .

-Então filha... temos que conversar - assenti com a cabeça como sinal de que ele podia começar a falar- eu tentei evitar, conversei com meu chefe , procurei outra saida , mas não encontrei . Teremos que nos mudar para Los Angeles semana que vem , desculpe.

-Como assim semana que vem ? Tão rapido ? Do nada a gente vai ter que se mudar ?!

- Não é do nada , ja tinhamos conversado várias vezes sobre esse  assunto, eu tentei evitar que isso acontecesse , mas não da mais pra esperar. Temos que nos mudar em poucos dias .

Aquele noticia foi tão chocante como o que aconteceu hoje de tarde .

-Tudo bem , tenho outra escolha ?

- Atualmente ? Não.

-Ta, vou pro meu quarto. Boa noite .

Subi as escadas já com lágrimas nos olhos, com toda certeza aquele foi o pior dia da minha vida .


                                                         Justin mode on

Depois que Selena foi embora me deitei um pouco , toda aquela confusão , nossa conversa , tinha me deixado cansado . Mas não consegui dormir muito , meu sono foi interrompido pela ligação do Scootter .
Ele me ligou pra avisar que teríamos outra reunião amanha para terminarmos de decidir o local de alguns shows que divulgariam minha turnê . E também tínhamos que decidir como escolher as formas de divulgar meus produtos , shows , todas essas coisas de marketing .

No dia seguinte acordei cedo, não queria chegar atrasado pra dar mais motivos pro Scotter ficar bravo comigo. Eu o encontrei na porta do local pra entrarmos juntos.

-Oi Scotter , cheguei na hora em !

-Ainda bem . Se resolveu com a Selena ?

-Acho que sim.

-Depois nós precisamos conversar sobre o que aconteceu .

-Não precisa , já esta tudo resolvido.

-Precisa sim . Não cuido só da sua carreira, cuido também na sua vida pessoal. Mas não vamos misturar os assuntos ,agora, nessa reunião falaremos da sua vida artística, mais tarde quando estivermos sozinhos vamos conversar sobre sua vida pessoal, porque acima de tudo somos amigos.

-Tudo bem . Agora não é melhor entrarmos ?

-Claro, vamos lá.

Nós entramos na sala de reunião , eram as mesmas pessoas da reunião passada, mesmas equipes. Scott como sempre começou a reunião .

-Então pessoal , o que temos pra decidir hoje ?

Um membro da equipe começou a falar :

-Minha equipe escolheu alguns lugares ao ar livre assim como Justin tinha sugerido –assento com a cabeça – para os lugares que precisavam de permissão da prefeitura já conseguimos .

-Excelente, ate que não demorou muito .

-Não mesmo , mas ainda tem a parte técnica dos shows, isso vocês conseguem decidir sozinhos , não conseguem ? –perguntei me direcionando para o trio que são encarregados da “ aparência ‘’ dos shows –

-Sim , claro isso nos podemos decidir sozinhos.

-Mas não se esqueçam que são shows pequenos , apenas para divulgação do novo cd –adicionou Scotter –

-Já sabem o nome ?

-Sim , eu mesmo que escolhi –falei com orgulho – Believe

-Nossa que nome ... inspirador – dizde uma mulher de nossa equipe –

-Era isso mesmo que eu queria que as pessoas pensassem quando falasse o nome , inspirador .

-Com toda certeza deu certo – disse Scott –

-Obrigado .

-Mudando um pouco de assunto , como serão as divulgações ? Alguem tem alguma idéia ?

- Para os produtos podemos fazer comerciais na TV, promoções através do site oficial do Justin .

-Acho que deveríamos escolher uma garota propaganda – dize Scott – uma Belieber talvez, pra fazer par com Justin .

-É uma boa idéia , acho que a propaganda dos meus perfumes ficariam demais com uma menina, sendo Belieber ou não .

-E como faríamos essa escolha ? Seria uma modelo, atriz, ou uma menina desconhecida ? –perguntou um membro da equipe –

-Acho que deveria ser desconhecida, mas com porte de modelo, quem sabe uma modelo iniciante que ainda não seja famosa.

-Concordo com Soctt, podemos fazer seletivas por fotos, testes, essas coisas .

-Então por enquanto é só isso, quero que vocês se aprofundem nessa idéia da garota propaganda , depois eu e Justin escolheremos melhor as características que essa menina tem que ter e passamos pra vocês .

-Mas tem que ser morena – eu prefiro as morenas, acho elas mais atraentes –

-Ok – disse a equipe em coro –

-Bom, por hoje é só . Obrigado pela ajuda ate a próxima reuniao – disse Scott –

Nos despedimos de todos e seguimos em direção ao carro .


                                                             ***
Divulgando :
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imagineofbelieber.blogspot.com.br

Obrigada pelas meninas que comentaram o capitulo passado, e pras meninas que perguntaram quando a Alice e o Justin vao se conhecer : nos próximos 5 capítulos nó máximo eles se conhecem, prometo ! Vocês viram que a outra Gi voltou ? E com novidades, estou ansiosa hahahahaha Comentem beliebers 
  
                                                             
                                                        Beijocas, Gi Florio 





Nova #IB!

Geliebers, estou pensando seriamente em fazer outra #IB, estou tendo crises artísticas nesses últimos dias e preciso colocá-las em prática. Porém, essa #IB só será postada quando eu acabar BIE. Ficaria muito corrido para mim fazer três histórias e mais o mangá [se lembram que eu tinha comentado sobre ele? Terminamos a 1º temporada ontem!], e fica difícil para mim. As provas também estão chegando e preciso me dedicar para ir com um boletim acima de 8 u-u. 

yeah, school sucks

E daqui algumas semanas eu vou mudar de casa, ou seja, mais correria ainda. Eu sei que vocês ficaram curiosas para saberem o tema, certo? Eu estou montando a sinopse, mas já vou avisando: bye bye para as #IB fofinhas e que entre o hardcore. LOL

Vocês não tem ideia do que será essa história. Será diferente de todas as minhas, uma mudança radical. Ainda hoje posto a sinopse. >< 

Beijinhos, da Gih! 

Ansiosas? ;)    

29.10.12

#IB - Little Angel: Capítulo 35 e 36

Acordei com uma dor de cabeça muito forte. Sentia-me horrível. Levantei da cama e fui tomar um banho quente para ver se melhorava. Acabou que não ajudou em nada e saí, me secando. Passei meu creme e coloquei uma saia xadrez vermelha e uma blusa branca, prendendo meu cabelo em um rabo de cavalo alto.

Desci as escadas e vi minha mãe virando panquecas e Carly – por um milagre está acordada – esperando ansiosa por elas com o melado em uma de suas mãos. Minha mãe se virou para mim, sorrindo e forcei um sorriso.

- O que foi filha? Parece mal – disse ela, com preocupação na voz.
- Dor de cabeça – disse, sentado à mesa -, parece que ela vai explodir.
- Pegue um remédio na cesta, já estou terminando suas panquecas.    
    
Assenti, indo em direção à cesta de remédios e peguei um comprimido para dor de cabeça e o tirei da embalagem, pegando um copo d’água e o tomando em seguida. Voltei à mesa, me sentando e minha mãe veio em seguida com um prato com três panquecas para mim, colocando outras no prato de Carly. A garota derramou melado nas panquecas e o deixou de lado, as devorando em seguida.

Peguei o melado e despejei-o nas minhas, as cortando e comendo em seguida. Estavam ótimas. Terminamos de comer e Rachel nos deixou na escola. Andava pelos corredores vendo os garotos se esfregando nas líderes de torcida e as garotas olhando descaradamente para outros rapazes, tentando seduzi-los. Por um momento achava que estava em qualquer lugar, menos em uma escola.

Parei no meu armário e peguei alguns cadernos e senti me abraçarem pelas costas. Arrepiei-me pelo seu toque e sorri ao ver que era Justin, o qual beijou minha bochecha em seguida.

- Tudo bem, princesa?
- Não. – respondi, fechando o armário – Dor de cabeça.

Justin me olhou aflito e me abraçou, colocando minha cabeça sobre seu ombro. Conseguia sentir seu perfume de um frescor magnífico e sorri após ele beijar o topo de minha cabeça.

- Vai passar, ok? – disse ele, me fazendo voltar a olhar aqueles olhos cor de mel encantadores.

Assenti, o fazendo sorrir. O sinal tocou e me despedi de Justin, indo para a aula de Geografia. A voz do professor ecoava em minha mente e os outros alunos pareciam vultos. A dor de cabeça se agravava, era como se o remédio tivesse a piorado. Minha visão ofuscou-se, me fazendo forçar a vista para ver se voltava ao normal, porém, sem sucesso.

Vi a porta se abrindo e um garoto entrando na sala, totalmente sem graça. O professor o olhou bravo. Eles conversaram algo que não discerni muito bem, suas vozes pareciam mais zumbidos. Quando percebi que se tratava de David, ele foi sentar em uma carteira atrás da minha e o professor continuou sua aula. David alisou minhas costas, falando algo que também não entendi. Virei para ele e conseguia ver borrões ao invés do David.

- Angel? Você está bem? – acho que ele disse isso.

Neguei, sentindo minha cabeça pesar talvez uma tonelada. Minha visão enegreceu-se rapidamente e consegui ouvir mais zumbidos antes de apagar totalmente.

(...)

Abri os olhos lentamente, tendo minha visão normal outra vez. Minha cabeça ainda doía muito. Estava em um lugar branco e me ergui, vendo uma mulher de branco mexer em agulhas do outro lado da sala. Estava na enfermaria.

- Angel! – ouvi, virando para onde a voz vinha – Você acordou!    

David me abraçou forte. Conseguia sentir sua respiração ofegante. Talvez estivesse preocupado comigo ao ponto de estar desesperado.

- O que aconteceu? – minha voz saiu tão fraca que nem eu ouvi direito.
- Você desmaiou quando estava falando comigo. O professor Fred deixou eu te levar para a enfermaria e já estamos na terceira aula e nada de você acordar. Ah, você ainda está com febre – disse ele, colocando sua mão em minha testa, em seguida na minha bochecha -, o que te deu, Angel?  
- Não sei – respondi, me ajeitando na maca –, acordei com dor de cabeça.

Escutei o sinal tocar e a enfermeira veio até mim com uma seringa que tinha uma agulha gigante na ponta e levantei na hora, abraçando David.

- Sai pra lá com essa agulha. – disse, me escondendo atrás dele.
- É um remédio para fazer sua enxaqueca passar.
- Mas eu nunca tenho enxaquecas, já estou melhor, olha! – disse, dando uma voltinha.

David riu de mim e me sentou na maca, negando com um sorriso no rosto.

- Você e seu medo de agulhas. – disse ele – Depois que ela te aplicar o remédio, vai poder ir comer comigo. Já está na hora do intervalo.
- Dá pra colocar uma agulha menor? – respondi sorrindo desengonçadamente, olhando para a enfermeira.

A mulher assentiu, voltando para a mesa e suspirei de alívio. David riu de mim mais uma vez e olhei para ele, forçando um sorriso.

(...)

Após pegar meu almoço, me sentei ao lado de David e Jenny sorriu para mim, colocando sua mão sobre a minha.

- Fiquei preocupada – disse ela, me fazendo sorrir.
- Não sei o que deu em mim, desculpe se preocupei vocês.
- Você tem que dizer isso ao Bieber – disse Jenny, apontando para trás –, ele também ficou doido ao saber que você estava lá.

Olhei para a mesa em que ele estava e o vi rindo com Chaz e Ryan.

- Eu vou ter que ir lá mesmo? – disse, com uma voz manhosa, fazendo os dois rirem.
- Vai! Ele não é seu namorado?
- Não! – disse, fazendo bico.

Voltei a olhar para ele e nossos olhares se encontraram, fazendo-o sorrir lentamente. Justin levantou da mesa e virei para Jenny, que sorriu para mim. Carol sentou na nossa mesa e Justin parou na minha frente sorrindo de orelha a orelha.

“Vem que eu quero te dar um abraço.”

“Vem você! Estou com preguiça.”

Nossos olharem pareciam conversar. Justin riu de mim e andou até mim, me abraçando por trás. Carol nos olhava enojada. Sabia que ela faria isso.

- Quase morri quando soube que...
- Shh. – disse, olhando em seus olhos perdidamente apaixonantes – Estou bem, não é? Não tem o que se preocupar.

David levantou e sentou do lado de Jenny e deixou Biebs sentar do meu lado. Ele me enlaçou com seu braço direito, colando nossos corpos. Outra vez, me arrepiei com seu toque, isso era estranho e bom ao mesmo tempo. Sentia-me melhor ao lado dele.

- Pode me contar o que aconteceu? – disse ele, roubando um pedaço do meu lanche.
- Abusado! – disse, rindo em seguida – Eu acordei com uma super dor de cabeça e passei mal na aula. Por um tempo nem consegui entender as vozes dos outros e só via borrões, sabe? Não sei o que deu em mim.
- Então por isso você estava mal no armário?
- Sim – disse, mordendo meu lanche.
- Tem algo a ver com o que você falou com sua mãe? Você disse que ia me ligar e não ligou.
Olhei para ele, culpada – Desculpe, eu me esqueci. Depois de jantar, dormi logo em seguida. Bem, eu acho que não.
- Você ouviu o que ela tinha para te falar? – disse ele, acariciando meus cabelos.
- Ouvi sim. Não é tão grave quanto parece, eu acho – disse, abaixando a cabeça.
- Por quê? Você não sabe a história toda?
- Ela ficou de me contar, mas acabou não dando tempo.
- Ah sim. – exclamou ele – Se você melhorar, eu posso passar na sua casa e te levar no treino?
- Mas hoje não é quinta? – disse confusa.
- O treinador George vai viajar para NY amanhã e adiantou nosso treino.
Assenti, pensando na proposta – Vou ver se não tenho tantas coisas para fazer.
- Ah Angel! – disse ele, fazendo beicinho – Vai, por favor!
Ri dele, mordendo meu lanche. – Relaxa! Nem tenho tanta coisa assim! Que horas você vai lá para casa?
- Às três. Esteja pronta até lá.
- Vou tentar – disse, olhando naqueles olhos cor de mel.

Justin deitou minha cabeça em seu ombro, roubou meu lanche outra vez, deixando uma mordida enorme nele. Olhei-o brava e Biebs riu, beijando minha testa. O sinal tocou e me despedi dele com um abraço caloroso, indo com Jenny até a aula de Francês.
Finalmente o sinal da última aula toca e pego minhas coisas, indo ao meu armário guardá-las.

- Você está mesmo com o Bieber, não é?

Virei, vendo Selena e mais duas garotas atrás dela surgirem na minha frente.

- Por que a pergunta? – disse, fechando o armário.
- Ele é meu homem.
- Seu e de mais quantas? – disse, ironizando.
- Então você sabe que ele é um galinha?
- Sei, e confio totalmente nele.
- Como assim? – disse ela, franzindo o cenho.
- Ah, não preciso te dar satisfações da minha vida, ok? Licença.

Andei pelo corredor, ignorando a garota morena. Ela tinha um olhar tão maligno, tenebroso. Talvez ainda se esfregasse no Justin, igual antes, e ao vê-lo com outra, quer me desencorajar. Ela que vá acreditando nisso. Eu nem ligo para essa esquelética com carinha de boneca.
Avistei o carro de minha mãe e entrei. Rachel me olhou preocupada e assenti, já tendo noção do que ela pensava.

- Acho que seus meses estão se adiantando – disse ela, mantendo aquela cara preocupada e pisando fundo no acelerador.
- Como assim?
- Dor de cabeça forte?
- Sim.
- Tontura?
- Sim.
- Vendo borrões ao invés de pessoas?
- Sim... poxa mãe, dá pra falar o que vai acontecer comigo?
- Faltam dois meses para o seu aniversário, certo? – disse ela.

Assenti.

- Há casos raros de sonhadores que adquirem seus poderes antes do prazo. Sua avó foi assim. Três semanas antes do esperado.
- Mas faltam dois meses!
- Isso é só o começo, Angel. Quando mais dores de cabeça e espasmos, mais rápido eles virão.
- Espasmos? – perguntei, assustada.
- Depende de pessoa para pessoa.
- Mas tem chances?
- Você teve algum hoje?
- Não, eu acho.
- Então eu não sei. Por ser sua primeira crise, temos que ver as seguintes.

Minha mãe estacionou o carro na garagem e descemos.

- Agora estou com medo disso – disse a ela, cabisbaixa.
- Não é tão ruim assim. Ah, e pode sair com o Justin.

Olhei-a confusa e me lembrei de que o Justin havia me chamado para ir ao treino dele. Assenti em seguida, fazendo-a rir. Entramos e subi para meu quarto, pegando alguns livros e fazendo as lições para amanhã. Enquanto pensava nas contas de álgebra, fiquei olhando para minha estante, avistando o último livro que li: Wake. Ligeiramente fui me lembrando da história do livro e percebi que ele tinha uma grande semelhança com o que a Sra. Stubin havia me explicado – ou tentado me explicar – sobre os sonhadores.

Fui ligando os fatos, lembrando do livro e das palavras da minha mãe e da Sra. Stubin. Tudo se encaixava, mas, o que um livro de histórias fictícias teria de comum com uma história verídica? 
***

Little Angel - Capítulo 36

Terminei de fazer minha conta algébrica e voei para o computador, pesquisando sobre “sonhadores”. Ao procurar com cuidado, encontrei uma página e a abri, lendo o texto escrito na mesma. Lá contava a história de onde tudo começou, com um Stubin, que poderia ser o bisavô da Sra. Stubin e suspirei, vendo realmente a relação mútua que eles têm com os Collins’.

Stubin, Collins, Sparks e Hannagan eram os sobrenomes ligados aos sonhadores. Realmente o que eu li no livro fazia sentido. A garota, Janie, adentrava nos sonhos das pessoas contra sua vontade, aprendendo a controlar seu poder com a ajuda da Sra. Stubin, aquela senhora cega. Por coincidência, o nome da Sra. Stubin é o mesmo do que no livro, Martha Stubin.  

Seria possível a autora do livro se referir a Sra. Stubin? O livro pode dizer ser ‘fictício’ e na verdade, ser verídico?

Tantas perguntas sem resposta. Respirei fundo, cobrindo meu rosto com minhas mãos, me ajeitando na cadeira de forma que conseguisse colocar meus joelhos da altura de minha cabeça, deitando-a sobre eles.  

Senti me abraçarem por trás e me assustei, vendo Justin rindo atrás de mim. Revirei os olhos e levantei da cadeira, olhando para ele, que parou de rir. Biebs vestia uma regata amarela com roxo escrito “Wolves” no centro e um short que deixava suas canelas à mostra. Sorri, mordendo os lábios.

- Parecia triste – disse ele, sorrindo.
Sorri, mordendo os lábios – Estava confusa. É muita coisa, prefiro te contar no caminho. Pode esperar eu trocar de roupa? Fiquei entretida com isso...
- Claro amor, eu espero lá fora.

Justin saiu e fechou a porta, me fazendo sorrir. Arrumei meus livros e os deixei sobre minha cama. Abri meu guarda roupa, sem saber o que vestir. Peguei um colete jeans e uma regata branca, procurando uma saia de cós alto florida e os vesti.


Soltei meu cabelo, os ajeitando ao olhar-me no espelho e sorri, me achando meiga. Ri do meu pensamento e peguei meu celular, abrindo a porta e dando de cara com Justin de costas para a porta. Ele virou ao perceber que a porta estava aberta e sorriu abobado.

- Ficou bom? – perguntei, sem graça. Minhas bochechas pareciam queimar.
- Linda – disse ele, depois de um tempo longo passado me admirando.

Ri dele e Justin enlaçou seus braços na minha cintura e seguimos assim até o carro. Ele abriu a porta para mim e entrei, sorrindo.

Fomos até o West High e entramos. Os garotos gritaram ao ver o Justin e começaram a uivar do nada. Comecei a rir e vi o treinador George me chamar com os dedos. Atravessei a quadra em meio a assobios vindos dos rapazes e sorria sem graça a cada um deles. Parei na frente do treinador e sorri.

- Boa tarde, treinador George.
- O que conversamos sobre o treinador? Pode me chamar só de George.
Assenti, corada – Desculpe.
- Não tem problema. Iria te chamar para assistir o jogo daqui, já que da última vez você ficou sozinha do outro lado da quadra.
Sorri, envergonhada e assenti – Tudo bem.

Sentei-me atrás do treinador, que andou até o meio da quadra, pegando a bola de um desatento que a batia alegremente. Eles formaram um círculo e ele apitou, jogando a bola e iniciando o jogo. Os rapazes foram loucos atrás da bola e vi que Justin a pegou, a lançando do meio da quadra e fazendo uma cesta de três pontos.

- Essa foi pra você! – gritou ele, piscando para mim e me fazendo rir.

Foi assim no decorrer do jogo. A cada cesta que Justin fazia, ele a dedicava para mim. Chaz, Ryan e Justin manejavam a bola sem nenhuma dificuldade, passando para os outros e em seguida, voltando à frente da cesta e a enterrando dentro da cesta.

Após George apitar o fim do treino, ele veio até mim, sentando ao meu lado.

- Esses garotos vão longe – disse ele, com os olhos brilhando –, principalmente seu namorado.
- Nós não estamos namorando – disse, corando outra vez.
- Mas pelo tempo que estão juntos, após tanto tempo que ele esteve solteiro, posso chamar isso de namoro.
Dei de ombros. – Seja como o senhor quiser.

George riu de mim e me mandou segui-lo. Andei pelo vestiário e vi vários rapazes só de toalha. Seus físicos faziam a maioria das garotas ficarem de queixo caído. Tentei passar reto sem me perder naqueles corpos e ele me deixou na parte do vestiário onde Justin se encontrava.

Ele estava sem camisa e secava seu cabelo com uma toalha. Infelizmente – e deus, me perdoe por esse pensamento -, ele estava já de short. Mas me contentei com ele sem camisa. Ao perceber minha presença, é claro, após gritos do Chaz e assobios do Ryan, Justin se virou, mostrando seu abdômen despido. Senti um calor correr por meu corpo e ele sorriu, indo até mim e me abraçando.

“Ai Jesus, to abraçando ele sem camisa”, pensei “livre-me desses pensamentos importunos!”

- Os garotos vão ao Junior’s Diner, como sempre, e queria saber se gostaria de ir com a gente.
- É claro! – disse, me tirando daquela hipnose - Como diria não?
- Só vou colocar minha camisa e nós já vamos.

Assenti me livrando de seus braços e o observando abotoar uma camiseta xadrez de um cinza escuro. Justin me olhou sorrindo e veio até mim, parando na minha frente.

- Me ajuda a abotoar?

Concordei e comecei a abotoar de onde ele parou. Outra vez aquele maldito calor tomou conta de meu corpo e tentei não parecer completamente idiota por estar fazendo isso. Sentia minhas bochechas corarem e mordi meus lábios, disfarçando minha vergonha. Justin sorria levemente, aproximando seu corpo do meu. Ao abotoar o último botão, ajeitei sua camisa e olhei em seus olhos, os quais me hipnotizavam com aquele mar caramelo.



Estávamos tão próximos um do outro que conseguia senti seu hálito quente em meu rosto. Justin deslizou suas mãos para minha cintura e me escorou na parede, ainda olhando em meus olhos. Nossos lábios se tocaram levemente e ouvimos uma onda de gritos e comecei a rir, olhando para Justin.

- Eles são uns chatos – disse ele, sorrindo.
- Não tem problema.
- Mas isso não vai me impedir de beijar a minha Angel.

Após dizer essas palavras, seus lábios tocaram os meus lentamente. Coloquei minhas mãos em sua nuca e percorria meus dedos por seus cabelos ligeiramente dourados e macios. Estava com saudades do seu beijo, do doce sabor de sua boca. Sentia-me presa naquilo, no gosto, nos movimentos rápidos e gentis.  

Escutamos um pigarro e Justin desprendeu seus lábios dos meus, envergonhado. Era George. Senti minhas bochechas queimarem e mordi meus lábios.

- Desculpe – disse, esperando uma bronca vinda dele.
- Não tem problema, Angela. Agora vão, os outros não param de uivar na minha cabine.

Rimos do treinador e Justin pegou em minha mão, me levando para fora do vestiário. Fomos para o Junior’s Diner e entramos. Chaz, Ryan e um garoto que não conhecia estavam em uma mesa no fundo, como da última vez.



- Chris! – disse Justin, tocando com o rapaz – Quando tempo!
- Eu é que digo isso, irmão! Três meses em Toronto não é fácil para ninguém, a não ser que tenha várias gostosas na sua cola.     

O garoto, o qual eu acho que se chama Chris, era loiro e tinha os olhos verdes. Deveria ter a minha idade, se não me engano. Seu físico era igual o de Justin, apesar de ser mais novo. Vestia uma camiseta branca e uma calça jeans, sem falar no boné preto da NY. Ele era lindo.

- E essa gata? – disse ele, me olhando dos pés a cabeça. – Era a que você estava beijando no vestiário?
- Minha namorada. – disse ele, um tanto ríspido e sentando em seguida. – E sim, estava beijando ela.    

Sentei ao seu lado e fiquei sem graça. Sei lá, não é comum os garotos me chamarem de “gata” ou “linda”, ainda mais vindo dos populares.

- Prazer, sou Christian, mas pode me chamar de Chris. – disse ele, estendendo sua mão.
- Angela, mas pode me chamar de Angel. - a apertei sorrindo e Justin teve o ciúme de me enlaçar em seus braços, o que me fez rir dele.
- O que vocês pediram? – perguntou ele.
- Eu pedi um cheeseburguer bem gorduroso – disse Chaz.
- E eu uma porção de fritas com bacon, como sempre – disse Ryan, rindo.
- Ah, eu como com você – disse Justin, se ajeitando – O que quer comer, amor?
- Nada – disse, olhando para ele.
- Certeza?

Assenti e Justin se virou para Chris, acariciando meus cabelos.

- E a Caitlin? Veio com você?
- Não. Ela vai ficar mais uma semana lá.
- Hm – murmurou ele.
- Tenho notícias do Lil Will – disse ele, olhando para os três.
- Aquele corno vai voltar? – perguntou Ryan – Não aguento mais as piadas idiotas do Chaz.
- Vai te ferrar! – disse Chaz, dando um tapa na cabeça do Ryan.
- Vai sim. Talvez no fim de semana.
- Milagre! – disse Justin, tomando o refrigerante das mãos do Chaz e o tomando – Não acredito que ele foi para Londres só pra estudar. Aquele vagabundo não estuda nada.
- Por isso ele está voltando, seu burro – disse Chris, tomando o refrigerante da mão de Justin – Achou mesmo que ele aguentaria tanto tempo? Ele deveria estar subornando o diretor ou algo do tipo. 

Chris tomou um belo gole de refrigerante e Chaz olhou para os dois, colocando a lata de refrigerante por entre os braços.

- Só assim para parar com o rodízio de coca-cola. – disse ele, bravo.

Ri dele e os pratos dos rapazes vieram. Ryan atacava as batatas e Chaz devorava com vontade o seu cheeseburguer. Chris tomou o lanche da mão dele quando Chaz foi tomar um gole do refrigerante e ele o olhou com uma cara de cachorro abandonado.

- Charlotte! Como você faz isso comigo?
- Charlotte? – disse Chris, de boca cheia.
- Droga, para de morder a Charlotte, seu maníaco! – disse ele, tomando o lanche da mão do rapaz – Você tá bem amor? – disse Chaz, alisando o cheeseburguer.

Justin começou a rir de Chaz, assim como Ryan. Sorri, me lembrando do dia da Sasha, e agora é Charlotte. Esse Chaz não tem jeito mesmo. Peguei uma batata da porção do Ryan e eles ficaram conversando sobre o Liam, garotas que o Chris pegou em Toronto e eles foram pagar a conta. Fui para fora da lanchonete enquanto Justin pagava a conta com Ryan, Chaz e Chris.

Fiquei escorada na parede olhando as pessoas passarem na rua e notei que Chris havia saído, ficando do meu lado. Ele me analisava calmamente.

- É sério mesmo o seu namoro com o Justin?
Virei para ele, sorrindo – Já estamos juntos há um tempo, mas ele me chamou de namorada para você não mexer comigo. – ri em seguida, o que fez Chris sorrir.
- O Justin e as suas crises de ciúme – disse ele, revirando os olhos -, eu sei como é. Ele já namorou minha irmã há uns anos atrás.
- A Caitlin?
- Ela mesma.

Assenti, voltando minha atenção à rua. Para o Justin ter namorado alguém, pelos ditos de todos que conheço, deve ter passado muito tempo mesmo. Aquele silêncio prevaleceu durante uns segundos, até ele tirar o boné da cabeça, arrumar o cabelo e colocá-lo de volta.

- Você é diferente. – disse ele – Não é atirada igual às outras.

Ri de Chris, mordendo os lábios.

- Não gosto de ser vadia, se é o que você está insinuando. Tenho nojo de garotas assim.
- É muito meiga, quietinha. Nem ouvi sua voz direito!
Dei de ombros. – No que eu comentaria sobre as suas ficadas?  Daria dicas? – disse, me virando para ele. – Não, obrigado. Prefiro rir das piadas sem graça do Chaz.
- A maioria delas ficaria se jogando em cima do Justin, me comendo com os olhos. Isso é... raro de se ver.
- Existem muitas meninas por aí que são decentes, Chris. Mas os homens são tão burros – cruzei meus braços, mordendo meus lábios novamente – que só conseguem olhar para os seios, pernas e bunda ao invés de conversarem e verem as qualidades.

Chris assentiu, escorando na parede também.

- Você está certa. – disse ele – Nós somos burros mesmo.

Ri de Chris e ouvimos a porta abrir, fazendo surgir os três rapazes rindo.

- Vem Angel – disse Justin, me puxando pela cintura -, vou te deixar em casa.
- Ah Biebs, queria ver sua mãe! – disse, fazendo bico.

Justin me olhou nos olhos e sorriu – Tudo bem, vou te levar lá em casa. Minha mãe também não para de falar “Ah filho, traz a Angela aqui!”.

Ri dele e o selei, andando até sua Ranger Rover. Ele abriu a porta para mim, entrei e coloquei o cinto. Os outros rapazes iam feito uns loucos para dentro do carro, rindo muito. Justin entrou em seguida e deu partida, pisando fundo no acelerador.

- Estou com saudade da Charlotte! – disse Chaz, com uma voz chorosa – Ela estava tão gostosa!

Todos riram dele e não demorou muito para Justin chegar a sua casa. 

***
Hey Geliebers!

Ain, estava com saudades de vocês! E, finalmente, estou de volta! 

A feira de ciências teve os seus prós e contras, aconteceu muita coisa ao mesmo tempo, é tanta coisa... Fiquei super estressada, sem comentários. Ainda bem que esse pesadelo passou! Não quero nunca mais também .-.  

Enfim, vocês viram que eu postei 2 capítulos, não? Presentinho para vocês! Eu sei que vocês amam demais LA e fiz dois capítulos, estava inspirada u-u. Espero que gostem!  

O Chris pareceu ser fofinho, não acham? E essa história dos sonhadores? Ainda tem muita coisa a ser descoberta. Quais são os seus palpites? 
Para um fim de post, eu vou colocar uma frase que achei super poética. 


"Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre, mesmo que não tenham nada em comum, somente compartilhar as mesas recordações"  Vinícius de Moraes. 

Essa vai para a minha eterna irmãzinha, Marianna Blanco. 

Amo vocês, girls! 
Beijinhos, da Gih ;*