29.3.13

#IB - Little Angel: Capítulo 72 | Parte 1

Esse capítulo contém cenas não indicadas para menores, ou seja, você se quiser, já está avisado. 

Justin beijou com gosto a curva de meu pescoço e embrenhei minhas mãos em seus cabelos macios, deixando um grunhido de satisfação escapar. Logo depois ele tomou meus lábios e iniciamos uma guerra louca e quente entre nossas línguas. Minhas mãos foram parar em seu abdômen, o arranhando sem tanta força e conseguia sentir seus músculos contraírem ao meu toque, me fazendo sorrir por entre o beijo. As mãos dele percorreram das minhas costas até minha cintura, as friccionando contra seu corpo e gememos juntos. Parei minhas mãos nos botões de seu short e sem dificuldade os abri, e Justin cortou o beijo, rindo.

- Sua apressada. – disse ele, me fazendo rir também – Eu quero fazer uma coisa, primeiro, se me permite. 

Ergui minhas sobrancelhas em tom de dúvida e ele molhou os lábios, sorrindo pervertido. 

- Eu só quero cumprir com meu trato, Angel. Prometo não te decepcionar. 

Sorri da mesma forma que ele e dei de ombros, rindo.

- Então cumpra com ela! 

Rimos juntos e Justin levantou do colchão, sentando no meio de sua cama e o olhei confusa. Ele deu tapinhas na cama, ao seu lado e sorri abobada, sentando onde ele havia indicado. 

- O que vai fazer? – perguntei, vendo-o formar um sorriso cafajeste nos lábios. 
- Eu sei vários pontos sensíveis seus, porém, quero saber todos. E irei explorá-los o máximo que puder, mas é claro que vou deixar você fazer isso em mim também.
- T-tudo bem – disse, engolindo saliva e ele riu pelo nariz, sentando atrás de mim e ele alisou meus ombros, respirando ruidosamente em seguida.
- E quero que me diga o que está sentindo – disse ele, com a voz macia. 

Assenti um pouco nervosa e molhei os lábios. Não tinha ideia do que ele poderia fazer. 

Mode Justin on*

Sorri calmamente e agradeci a Deus mentalmente. Era hoje o grande dia e ele iria ficar para sempre nas nossas memórias, que iria satisfazer meus anseios carnais e tornarmos nossos corpos em um só. Molhei meus lábios e me aproximei mais nossos corpos. Tirei seus cabelos que cobriam seu pescoço e os coloquei do outro lado, deixando um deles descoberto e pronto para mim. Abracei sua cintura e senti seu corpo relaxar sobre o meu. Era muito bom saber que ela confiava em mim a esse ponto, de se entregar de corpo e mente. 

- Sabia que eu amo seu pescoço, Angel?  disse, dando um beijo na curva dele  é tão... cheiroso. – dei outro e senti sua pele se arrepiar. Sorri safado e toquei minha língua ali, deslizando-a até sua nuca e ela estremeceu, gemendo baixo em seguida. – Me diga o que está sentindo – sussurrei em seu ouvido e beijei de leve ali, vendo novamente seus pelos eriçarem. 

Meu colega já estava dando grandes sinais de vida e sorri tristemente por isso. Nunca consigo me segurar quando estou com ela, muito menos em uma situação dessas.

- Estou me sentindo, ahm... estranha. – disse ela, rindo em seguida – Não sei como explicar. 

Assoprei sua nuca e ri baixo com ela se estremecendo, lambendo ali também, mordendo de leve e deixando beijinhos até voltar para onde iniciei, agora me direcionando a sua orelha. 

- Eu sei que consegue, amor – sussurrei outra vez e mordi seu lóbulo, sentindo-a arfar em meu corpo e sorri malicioso, mordendo-o outra vez. – Vai, me diz. 

Angela balbuciou algo que não entendi e beijei o início de seu maxilar, levando minha língua até seu queixo e a rodeando lentamente enquanto distribuía leves beijos ali, ficando a sua frente. Ela estava de olhos fechados e mordendo os lábios fortemente, com uma expressão extremamente prazerosa. Observei aquilo um tanto atordoado, mas me concentrei e coloquei minhas mãos em sua face, acariciando suas bochechas. 

- Estou quente – disse ela, de repente. Abri os olhos e os dela permaneciam fechados, porém com a testa franzida e suas mãos foram parar em meu rosto, tocando meus lábios e beijei as pontas de seus dedos -, muito quente. E arrepiada também. 

Rimos juntos e segurei em sua mão, beijando-a firmemente e a soltei, encarando aqueles lindos olhos que, com a má iluminação do quarto, brilhavam em um tom acastanhado. Molhei meus lábios e a deitei com a cabeça sobre o travesseiro, ainda fitando seus olhos. 

- Só isso? – perguntei, um tanto incrédulo – Mais nada? 
- Bem... sem contar as mudanças extremas de temperatura do meu corpo, e mais os meus arrepios constantes, acho que estou ficando como você. 
Franzi a testa, confuso. – Como assim, como eu? 
- É impossível não perceber, hm, quando você está excitado. – sorri malicioso ao entender o ponto que ela queria chegar e assenti calmamente. 
- Então você está explodindo de tesão? Porque eu estou assim. – perguntei, e ela riu, fazendo careta de desentendida.  
- Digamos que... quase.  Angel franziu a testa e molhou seus lábios – Estou entre o explodindo e o morrendo, se é que me entende. 

Segurei o riso e rocei nossos lábios, beijando o canto de sua boca e mordendo seu lábio, puxando-o para trás e o deixando escorregar por meus dentes.

- Isso já é um belo começo - disse, olhando para sua boca avermelhada e a beijei com vontade, descendo suas mãos para minha cintura e a puxei para perto de meu corpo, gemendo quando nossos corpos se colidiram vorazmente. – E que começo. 

As mãos dela acariciavam minha nuca levemente, como se fossem de veludo, e deixei meu corpo cair sobre o dela, enroscando nossas pernas e uma de minhas mãos segurou sua coxa descoberta, apertando-a firmemente e Angel gemeu baixo, arranhando meu pescoço em resposta. Agora minhas duas mãos exploravam suas coxas perfeitamente modeladas e delicadamente fui erguendo seu blusão, cortando o beijo pela falta de ar e apenas compartilhávamos respirações irregulares, com as testas coladas. 

- Posso?  perguntei, depois de um tempo, me referindo a sua roupa e ela assentiu apressada, tomando meus lábios antes que pudesse tomar outra atitude. Suas unhas médias arranharam meus ombros quando consegui sentir a pele de seu abdômen entrando em contato com a minha, fazendo ambos se arrepiarem. 

Deixei seu blusão ali, tampando seus seios, e saí de cima dela, fitando sua barriga descoberta com certo brilho no olhar. Comecei uma trilha de beijos de baixo para cima, acariciando sua cintura e ouvindo os grunhidos vindos dela. Percebi que carícias na barriga também eram um fraco dela, assim como no pescoço, então fiz questão de brincar nessa área, dando leves mordidinhas e lambidas lentas. Parei com os beijos até chegar ao lugar que sempre desejei ver – pelo menos nos meus sonhos, são duas partes, as essenciais do sexo, no meu ponto de vista. – do corpo dela. Segurei a barra da camisa e ouvi-la gemer baixo, vendo seu corpo todo arrepiar-se.

Fitei-a lentamente, estudando os detalhes de seu rosto. Ela exalava tesão, de verdade. Eu estava para explodir. Minhas veias do pescoço saltavam só de fazer aquilo com ela e ouvindo isso, vendo as reações de seu corpo em troca, era a minha morte, na certa. De repente, seus olhos encontraram os meus, e eles imploravam para que eu continuasse e aproximei nossos rostos, notando a respiração alterada dela e selei nossos lábios gentilmente, levantando a blusa e a tirando com sua ajuda.

Joguei-a em qualquer canto do quarto e tomei seus lábios ferozmente, tendo como resposta uma Angel completamente diferente. Não era aquela santa, meiga, adorável que eu conheci naquela tarde de quarta-feira. Era uma Angel completamente diferente, era uma Angel voraz, insaciável, que parecia necessitar disso tanto quanto eu. E é claro que eu irei satisfazer os desejos da minha anja.

Minhas mãos procuravam desesperadamente o fecho de seu sutiã enquanto ela me beijava com uma vontade louca, não me deixando ficar concentrado nas duas coisas e ela, percebendo minha dificuldade, começou a rir e abriu o fecho, que não era nas costas, e sim na parte da frente. Então era por isso que não achava o safado.

Sem desgrudar meus lábios dos dela, apalpei seus seios ainda cobertos pelo sutiã e ela gemeu, cortando o beijo e colando nossas testas, segurando em minha nuca, em busca de ar. Apertei-os de leve, sentindo sua pele estremecer com meu toque e acabei me arrepiando também. Era tanta emoção para um momento só que ambos ficamos abalados. Angel se soltou de meu pescoço e deitou outra vez, me deixando ter uma visão ampla de seu busto.

Eu deveria estar no paraíso. Ou melhor, acho que já estou nele. Tirei aquela peça de roupa que me impedia o contato direto de minhas mãos e respirei pesadamente. Era melhor ainda do que nos meus sonhos. Eram perfeitamente na medida certa, nem grandes e nem pequenos, perfeitos para serem apalpados e ligeiramente rosados. Olhei para Angela, que me fitava com a boca entreaberta enquanto respirava. Conseguia ver seu ventre subindo e descendo calmamente, e seus olhos que transbordavam luxúria. Molhei meus lábios e os toquei, vendo-a estremecer outra vez e sua pele se arrepiar quando os apertei. Ela deixou escapar um gemido baixo, fechando os olhos dolorosamente, como se não quisesse romper seu contato visual comigo e sorri safado, os apertando outra vez.

- Me diga o que está sentindo – soou mais como uma ordem, admito. Mas eu precisava saber. Toquei meus lábios entre eles, os estimulando, e ela não conseguia nem falar. Sua respiração estada descontrolada. E ficou ainda mais quando suguei um deles, rodeando minha língua em seu bico.
- Preciso... – sussurrou ela, com dificuldade, e arqueou suas costas, gemendo baixo. – Preciso...

Continuei minha artimanha, agora estimulando o outro com minha mão e ela colocou suas mãos em meus cabelos, os puxando numa tentativa de aliviar seu prazer e Angel tombou a cabeça para trás, num movimento brusco, soltando o ar de uma vez – talvez abafando um grito, e sorri safado. Se antes eu estava morto, agora eu deveria estar enterrado e virando pó.

- Meu Deus – sussurrou ela, completamente sem ar -, seu desgraçado.

Franzi a testa rindo e mordi meus lábios, sugando-o pela última vez e voltei a olhá-la, tocando seus lábios com as pontas de meus dedos, sorrindo satisfeito.

- O primeiro orgasmo da noite... – ergui minha sobrancelha, encontrando meu olhar com o dela e rocei nossos lábios – e eu nem cheguei à parte interessante.
- Você quer me matar. – disse ela, arranhando minhas costas com força e gemi em resposta.
- Você fica muito sexy assim, nervosa. – disse, com aquela voz rouca que ela adora.

Angela voltou a me olhar, tentando fazer sua respiração voltar ao normal e ri dela, beijando sua testa.

- Você me paga, Bieber – sussurrou ela, se juntando a mim nas risadas.
- Mas eu nem cheguei à parte que queria, meu amor – já estava me afastando dela, me direcionando a sua intimidade, e parei no meio do caminho, voltando aos seus seios, e apenas os dedilhei, abaixando gradativamente minhas mãos e já alcançando o ponto que desejava.
- Eu juro pela minha vida – disse ela, me fazendo parar e fitá-la -, que você vai pagar caro.
- Vai me dizer que não gostou? – disse, rindo e olhando descaradamente para sua calcinha completamente encharcada e beijei ali, ainda por cima desse pedaço de pano que já deveria estar no chão do quarto, e ela voltou a ter aquela expressão facial deliciosa. – Isso não foi nada, baby.

Tirei sua calcinha de uma vez, cumprindo com meu pensamento e senti meu amigo doer de tanto tesão acumulado. Senhor, essa mulher é perfeita. Mordi meus lábios lenta e fortemente, apreciando seu olhar completamente alucinado e abri suas pernas devagar, deixando meus lábios escaparem por meus dentes.

- Eu nunca vi tanta perfeição em uma mulher só. – pensei alto, deslizando meus dedos em sua intimidade, passando minha língua em meus dentes. Ela estava perfeitamente molhada e pronta para mim, mas ainda faltava uma coisa.
- JusTIN! – gritou ela, arqueando suas costas e sorri em resposta, fazendo movimentos com minha língua em sua intimidade, estimulando seu clitóris.

Logo, penetrei um dedo e gemi junto com ela, sentindo a necessidade de invadi-la o mais rápido possível. Eu estava atordoado, porém não iria desistir logo agora. Selei nossos lábios, abafando um gemido dela e sua língua pediu passagem, começando um beijo calmo e que não durou muito por ela não conseguir controlar sua respiração enquanto movimentava minha mão. Ficamos apenas de testas coladas e sentindo o calor do outro – e que calor! –, até levá-la ao segundo orgasmo, deixando Angel completamente mole, sem ação.

- Eu... ahm, você... – disse ela, de olhos fechados, com uma voz vacilante e ofegante, que me fizeram rir baixinho – Você vai ver só! – completou ela, agora me olhando firmemente.  
- Com você nesse estado, nem o seu gato teria medo de você.
- Não ouse falar do Stravinsky numa hora dessas, Bieber. – sussurrou ela, mordendo seus lábios e de repente, me encontrava por baixo dela, que me olhava com desejo. – Se me permite, vou cumprir com suas palavras também. Feche os olhos.
- Como assim?
- Feche. – disse ela, num tom autoritário que me deu medo e obedeci, fechando-os. Ela saiu de cima de mim, saindo da cama também e molhei meus lábios, tentando imaginar o que ela estaria fazendo – Você não disse que iria me deixar fazer tudo o que fez comigo em você?

E me lembrando de alguns minutos atrás, vejo que ela estava certa. Não acredito que disse isso pra ela.

- Bem, eu disse...
- E como eu sei que você é um homem de palavra – Angel segurou meus ombros, me erguendo do travesseiro e me sentando, amarrando algo em minha cabeça – eu sei que vai me deixar cumprir, não é?
- O que você...?
- É uma gravata – disse ela, ficando atrás de mim e arranhando de leve meu pescoço. Arrepiei-me inteiro apenas com seu toque e desejei não ter dito aquilo. -, e como você também prometeu que seria todo meu alguns dias atrás, vai cumprir essa promessa também. 

Mas que desgraça. Quem a mandou ter boa memória? Eu costumo ser o dominador, mas acho que nunca deixei a garota me dominar, a não ser na linda hora em que ela me chupava com gosto. Porém, comprovo a fala de que sempre há uma vez para tudo nessa vida.

Não consegui nem responder, apenas engoli saliva. Estava completamente fudido nas mãos dela. E essa era uma certeza que já tinha desde antes, mas agora, eu não sei o que será de mim.

- Ah, Justin – disse ela, próxima ao meu ouvido, me possibilitando sentir sua respiração quente batendo na minha orelha – Sabia que quando não se pode ver o que fazem com você, seus sentidos ficam mais apurados?

As mãos dela tocaram meus ombros levemente, com aquele leve toque aveludado que só elas possuíam, e Angel iniciou uma massagem deliciosa, passando dos ombros para o pescoço, e o arranhando de vez em quando. Ao sentir seus lábios tocarem minha pele, soltei o ar de forma pesada, sentindo meu corpo estremecer.

- Diga-me o que sente, Biebs.

Gemi baixo ao ouvir a voz dela, tão sensual, na beira de meu ouvido. Ela iria me torturar, talvez até de forma pior que eu fiz nela, e eu estava apreensivo quanto a isso. Não sei e nem tenho ideia do que a Angel é capaz de fazer numa situação dessas.

- Pareço de borracha. – disse, abrindo a boca para falar outra coisa, mas nada saiu, sentindo sua língua macia correr pela minha nuca e me arrepiei todo. Malditas zonas erógenas.   
- Borracha? – perguntou ela, escondendo o riso – duvido. Seu amigo lá de baixo parece estar mais duro que pedra. Achei completamente incoerente essa afirmação, de verdade.

Ri baixo, notando que a piada sem graça dela fazia sentido e suas unhas arranharam minhas costas com força, provavelmente que deixariam marcas mais tarde, e gemi em resposta.

- Sempre quis fazer isso. – disse ela, rindo em seguida, e o peso de seu corpo passou para minha frente e senti-a sentar em minhas pernas, logo encaixando nossos corpos e roçando nossas intimidades.  

Ah, se eu não estivesse vestido, eu juro que não suportaria essa provocação. E não estou suportando da mesma maneira, tendo dela como resposta um gemido baixo. Provavelmente ela sentiu a mesma coisa que eu, essa vontade louca de unirmos nossos corpos, porém ela queria prolongar essa “tortura”, ou seja, me torturando ao quádruplo.  

Mas que merda. 

***
Hey Geliebers! 

Sim, esse capítulo terá duas partes. Deixei vocês bem mais curiosas né? hahaha 
Bem, tava todo mundo me cobrando pra postar logo, e como vocês são apressadas demais, vou fazer em duas partes. Por enquanto fiquem com essa, por me apressarem, rs. 

Continuo com mais de 40 comentários *-*

Eu e a minha prima, a Duda Carvalho, fizemos dois vídeos e postamos no youtube só um, e vou deixar o link para vocês verem a minha feiura de novo, rs. O outro nós vamos postar depois, e dar o link quando postar o próximo capítulo (: E eu também fiz um grupo no Facebook do blog, só para vocês se interagirem, falarem das ibs e tirarem suas dúvidas. Espero que gostem! 


Indicações:

Hm, podem me fazer perguntas também, que eu respondo em vídeo, tipo uma twitcam, que terei o prazer em respondê-las. ^^ Eu não vou responder os comentários hoje, to com pressa, me desculpem por isso ): Mas perguntem na página, e se vocês não me tem no Facebook, é esse > aqui < e meu twitter é > esse <. Avise que você lê o blog e te seguirei/ aceitarei ^^ 

Amo vocês ><
Beijos, da Gih. 

Nothing Like Us- Capítulo 3


One way or another I’m gonna find ya
I’m gonna get ya, get ya, get ya, get ya
One way or another I’m gonna win ya
I’m gonna get ya, get ya, get ya, get ya
One Way Or Another - One Direction

  Narrador point of view
-Como está se sentindo sobre isso? –o garoto questionou a menina ao seu lado, naquele mesmo lugar que era só deles.
-Ah, acho que meio que me acostumei com a idéia. –ela respondeu dando de ombros.
 –Mas ainda tem um problema. –o garoto comentou sobre o que a atormentava a noites e que a não deixava dormir.
-E qual seria esse problema? –a menina disse se voltando ao garoto e encarou o semblante triste que ele transmitia.
-Você sabe que quando eles noivarem, casarem sei lá, nós não poderemos mais manter isso. –ele disse olhando Alice triste.
-Não diga besteiras Justin. –Alice olhou o garoto e acariciou suas bochechas com o dedão o fazendo sorrir fraco.
-Não é besteira Alice! –Justin disse calmo. –Se vamos ser praticamente irmãos como vamos ficar juntos? –ele perguntou a garota.
-Tecnicamente, não temos o mesmo pai e muito menos a mesma mãe, então de qualquer jeito não seremos irmãos, você está vendo problemas onde não tem. –Alice disse nervosa.
-Mas seremos irmãos de criação. –Justin disse óbvio.
-Justin, se você não quer ficar comigo, não coloque a culpa nessa idiotice de casamento! –Alice exclamou indignada e com lágrimas nos olhos.
-Alice, agora você está falando besteiras! –Justin também se indignou. –é claro que quero ficar com você, quero muito, será que você consegue entender que eu realmente gosto de você? - o garoto disse mais alto.
-Eu também gosto de você Justin, mas se você coloca tanto problema onde não tem, eu não sei mais o que fazer.
- Eu prometo que vou fazer de tudo para isso dar certo Alice. –Justin disse e selou delicadamente a garota, fazendo a mesma se esquecer completamente dos problemas que a rondavam.
Justin point of view
[...]
-Querida, ande logo ai em cima, eu e Jeremy já estamos indo porque não podemos nos atrasar. –Isabel gritou para Alice que estava a mais de uma hora no quarto se arrumando.
-Tudo bem mãe, eu vou com o Justin? –Alice gritou de volta e Isabel me olhou como se me perguntasse o mesmo que ela e apenas concordei com a cabeça.
-Obrigada querido. –ela sorriu e me abraçou rápido, e assim, segui para o lado de fora onde meu pai buzinava feito um louco para eles irem logo.
Alice provavelmente ainda estava se arrumando, fui em direção à cozinha e abri a geladeira, pegando uma jarra com suco de manga e derramando o mesmo dentro de um copo. Guardei a jarra de volta na geladeira e em apenas alguns goles acabei com o suco. Assim que ia gritar Alice a apressando, a mesma apareceu deslumbrante com aquele (vestido) branco descendo as escadas.
-Vamos? –Alice disse e sorriu para mim.
-Ah, claro, vamos. –disse meio entorpecido com sua beleza.
Saímos de casa e fomos em direção ao carro, abri a porta para Alice que sorriu para mim em agradecimento.
Dei a volta no carro e me sentei no banco do motorista, já partindo com o carro em direção a “igreja” onde seria realizado o noivado.
O único barulho que se ouvia no carro era o som, que ainda assim, tocava baixo.
O sonho era motivo pra tanto silêncio, e isso não é nada bom.
Alice point of view
O silêncio no carro me incomodava, tudo o que sonhei me incomodava.
Acontece que desde o sonho, a duas noites atrás eu e Justin não andamos numa relação muito boa, e contando com o fato de que ele já se mudou para minha casa, isso é péssimo.
Imersa em meus pensamentos e olhando o movimento das ruas canadenses pela janela, senti mãos macias tocarem delicadamente minhas coxas desnuda, fazendo na mesma um carinho gostoso e reconfortante.
-Me desculpe. –Justin murmurou baixo, ainda olhando para a estrada.
-Pelo que? –perguntei ainda olhando para a janela.
-Pelo nosso papo no sonho. –ele respondeu e pude senti-lo olhar de relance para mim.
-Como eu já disse o sonho não é a vida real. –falei seca.
-E como eu já disse, para mim os dois são as mesmas coisas. –ele disse ainda calmo.
-Até quando vamos continuar com isso? –perguntei.
-Isso o que? –ele devolveu a pergunta.
-Esse relacionamento de irmãos não sério. –disse fazendo aspas com a mão.
-Alice, eu realmente acho melhor deixarmos do jeito que está e vamos seguindo em frente para ver no que dá. –ele disse e olhou rapidamente para mim. –Caso concordemos que será melhor para nóis dois manter um relacionamento sério, contamos aos nossos pais e eu de verdade, não me importo com a opinião deles, se ela for negativa é claro. –ele disse sorrindo e apertou minha coxa. – E caso isso não de certo, apenas seguimos em frente também, será difícil por morarmos na mesma casa, mas ainda sim iremos conseguir. –ele disse e a cada palavra dita seu sorriso ia desaparecendo.
-Ok. –concordei com a cabeça e suspirei.
-Estamos bem? –Justin perguntou.
-Estamos bem. –disse e o olhei sorrindo.
Flashback off. (n/a passei tanto tempo nesse flashback que vcs nem devem se lembrar de que era um flashback, certo? Pois bem, tudo isso que aconteceu até agora era um flashback, e a história de verdade começa agora!)
Narrador point of view

Alice olhe pela janela de seu quarto a chuva que caia fraca ao lado de fora.
Seus cabelos voaram delicadamente assim que um vento mais forte soprou, a fazendo arrepiar pelo contato com a sua pele quente e assim ela se apressou em fecha-la no mesmo instante e suspirou, pegando sua mochila e descendo as escadas.
Já se passaram exatos 9 meses desde que tudo aquilo aconteceu.
Agora minha Isabel e Jeremy estavam casados e estavam muito felizes.
Victor agora morava no Texas com seu pai, disse que não apoiava nada relacionado ao casamento de sua mãe, mas ainda assim mantinha contato com sua família no Canadá.
Alice e Justin? Bom, não posso lhes dizer que estavam juntos e felizes, mas estavam felizes.
Muitas coisas aconteceram naquela época, Justin fez algo que realmente machucou a garota e desde então ela passou a odiá-lo, ou quase isso.
Justin de nada se lembra daquela noite, tudo que se recorda são alguns flashbacks, mas nada de demais, nada que possa justificar o que a garota fez, ter terminado com ele o que nem tinham começado.
-Bom dia Alice. –disse Marta assim que Alice entrou na cozinha, fazendo Isabel sorrir e Justin revirar os olhos.
-Com ela aqui, péssimo dia. –murmurou Justin baixo, mas alto o suficiente para que todos ali presentes ouvissem.
-Justin meu filho, isso são modos? –Jeremy fuzilou Justin com os olhos fazendo o mesmo bufar e voltar a comer seus ovos com bacon.
-Não Jeremy, eu realmente não me importo, essa atitude ridícula dele não muda nada em minha vida. –Alice disse sorrindo cínica para Justin.
-Alice! Não diga essas coisas. –Isabel reprendeu a filha.
-O que vai querer comer Lice? –Marta disse atrapalhando a briga.
-Nada Marta, Liam acabou de me mandar uma mensagem dizendo que já está chegando.
-O chame para comer aqui querida, vocês são tão amigos e Justin também é amigo dele. –Isabel disse e Jeremy concordou com a cabeça.
-Não precisa gente, vamos comer no caminho. –a garota disse e sorriu.
-Que seja. –Justin murmurou e bufou em seguida.
-Bom, vou indo gente, até mais. –Alice disse se levantando após ouvir a buzina do carro de Liam.
A garota fechou a porta e andou até o carro, onde Liam a esperava do lado de fora.
-Hey! –Liam disse e beijou a bochecha dela.
-Oi Liam. –a garota o abraçou.
-Hoje você senta atrás. –ele disse e sorriu largamente.
-Lucy veio? –ela disse espantada.
-O que você acha? –Liam disse e piscou para a garota, enquanto a mesma ria e se dirigia a parte de trás do carro.
-Lice! –Lucy exclamou e se virou no banco, movimento que a permitiu beijar rapidamente a bochecha da amiga. –Como você está?
-Eu estou bem irritada. –Alice disse e revirou os olhos.
-Justin. –disseram Liam e Lucy juntos sem animo algum.
-Sempre ele. –Alice falou e bufou. –Mas enfim, vejo que você Lucy, vai muito bem não é? –Alice disse com um sorriso malicioso no rosto, fazendo Liam e Lucy corarem.
-Vamos passar no Zayn, ta? –Liam disse mudando de assunto.
-Hoje tem treino? –Alice perguntou distraída com suas unhas pintadas de vermelho.
-Sim, Justin iria vir conosco, mas disse que você viria e ele preferiu ir sozinho. –Liam falou.
-Cara, eu sei que vocês dois tem problemas depois daquilo, mas vocês tem os mesmos amigos e precisam pelo menos aprender a viver no mesmo ambiente sem discutir. –Lucy falou olhando a amiga.
-Impossível. –Alice respondeu.
Alice desceu do carro após terem pegado Zayn em sua casa e chegarem a escola.
Logo avistou Justin encostado em sua Ferrari com Ashley no meio de suas pernas, com as mãos entrelaçadas no pescoço do garoto, enquanto os dois se beijavam vulgo engoliam no meio de todos.
Justin abriu os olhos no meio do beijo e encarou Alice com um olhar vitorioso, pelo fato de ele estar de frente para ela.
-Calma amiga. –Lucy sussurrou no ouvido de Alice enquanto elas caminhavam em direção a Justin, Liam e Zayn, que por algum motivo já estavam ali.
-Estou calma Lucy, mas Justin vai me pagar por isso, ah se vai. –Alice sussurrou logo assim que chegaram ao grupo dos “populares” e encarou Justin mortalmente.
Ah Justin, se você soubesse assim como eu o que Alice tem em mente, largava Ashley o mais rápido possível.

                                     *********************
Olá, mais um capítulo ai para vocês, espero que gostem.
Gente, aposto que vcs nem lembravam de que isso era um flashback né? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, mas foi preciso.
Vocês devem estar totalmente confusas por eles terem saído do amor para o ódio em apenas nove meses. Mas logo saberão o que o Justin aprontou com a Alice para os dois se odiarem tanto.
Enfim, muito obrigada pelos 33 comentários! Cara eu fiquei muito feliz mesmo em saber que vcs estão gostando e ah, eu amo vocês <3
Ontem foi meu aniversário e várias meninas que leem a ib me mandaram parabéns, fiquei muito feliz também (:
Chega de blá blá.

 Não vou pedir números de comentários, posto amanhã ou depois de amanhã dependendo do quanto vocês comentarem então comentem muitão, ta?


Beijos da Lari <3

27.3.13

Nothing Like Us- Capítulo 2



If I could just die in your arms
I wouldn't mind
Cause everytime you touch me
I just die in your arms.
Die In You Arms - Justin Bieber


Alice point of view
-Estava me esperando? –disse á Justin parando em sua frente.
-Sabe que te espero todo dia. –ele disse e arqueou as sobrancelhas.
-Sei?
-Se não sabia, agora sabe. –ele sorriu.
-Bom, o que fazemos aqui? –disse e me referi a porta atrás dele.
-Ah sim! –ele exclamou se lembrando de algo. –Quero te mostrar um lugar novo. –ele pegou em minha mão e abriu à porta, me dando a visão de um lugar totalmente diferente de onde estávamos. Ali havia um lago com uma água incrivelmente cristalina, uma grama verde extremamente claro além de haver bastantes árvores com flores brancas e roxas.
-E então, gostou? –Justin sorriu olhando em volta e logo depois ficou na minha frente, me encarando.
-Eu amei Justin, é incrível. –disse e sorri.
-Vem, vamos sentar na beira do lago. –ele disse e me puxou.
Nos sentamos ali e colocamos nossos pés para dentro da água, que tinha uma temperatura absurdamente agradável.
-Posso te perguntar uma coisa? –disse depois de longos minutos em silêncio.
-Uhum. –Justin murmurou desviando seus olhos da água para mim e sorrindo fraco.
-Por que isso está acontecendo? –perguntei e ele franziu a testa.
-Isso o que?  -ele perguntou desentendido.
-Essa coisa de conversarmos por aqui e termos o mesmo sonho e... ah, você me entendeu. –disse confusa e Justin riu, balançando a cabeça positivamente.
-Na verdade eu não sei. –ele suspirou. –Eu tinha esses sonhos muito antes de você, e eu sempre sentia que estava faltando algo nesse lugar, e então em um dia desses, senti a presença de alguém aqui e vi você caminhando, mas eu não conseguia me aproximar de você, porque você tinha que vir até mim, então eu comecei a gritar, mas você não me encontrava, e o resto você já sabe. –ele disse e entortando o nariz.
-Acho que entendi. –disse pensativa.
-Eu ainda não entendo. –ele disse e riu, me fazendo rir também.
-Você é diferente aqui. –disse simplesmente.
-Diferente como?
-Não sei. Você parece mais solto e confortável pra falar comigo aqui.
-Digo o mesmo sobre você. –ele disse e ri pelo nariz.
-Talvez porque tudo o que fazemos aqui fique só aqui, e tudo que fazemos ou falamos na vida real tem consequências.
-Eu não acho que isso seja um sonho, acho tudo isso tão real quanto o mundo lá fora. Só que aqui é um lugar só meu, quer dizer, nosso agora. –ele disse entrelaçando suas mãos nas minhas. –Gosto de você. –ele sorriu.
-Gosta? –disse e ri.
-Acho que sempre gostei de você, antes de você me conhecer, eu já te conhecia.
-Conhecia?
-Para de perguntar tanto. –ele reclamou rindo. –Sim, eu conhecia, mas não posso falar muito sobre isso.
-Por qu...
-Shiiu, chega de perguntar. –ele me interrompeu e me deu um selinho demorado.
-Você podia fazer mais isso fora dos sonhos. –disse sorrindo e suspirei.
-O que? Te beijar? –ele perguntou e eu confirmei com a cabeça. –Como eu já disse, aqui é tão real quanto lá, então pra mim não faz diferença.
-Mas pra mim faz. –disse emburrada.
-Tudo bem, quando nos vermos novamente, pode deixar que faço isso.
-Ótimo. –disse animada.
-Hm, acho que tem alguém tentando te acordar. –ele disse olhando para os lados.
-Como assim? –perguntei confusa e ele riu.
-Você está desaparecendo, aos poucos. –ele me explicou. –Te vejo mais tarde, do outro lado. –ele sorriu e fechou os olhos, fechei os meus juntos e ele me selou. Assim que abri meus olhos, estava no meu quarto e minha mãe me encarava confusa.
-Que horas são? –perguntei com a voz rouca devido a falta de uso dela.
-São quase meio dia, se levante e se arrume, vamos ao shopping escolher um vestido pra você.
-Vestido? Pra que? –perguntei me sentando na cama.
-Bom querida. –minha mãe disse e suspirou sorrindo fraco. –Eu e Jeremy vamos noivar.
-No-noivar? Tipo, quase casar? –perguntei perplexa e Isabel riu.
-Sim meu amor. –ela respondeu.
-Ah. –disse simplesmente.
-Algo te incomoda. –minha mãe perguntou e se sentou ao meu lado.
-Não... é só que acho que vocês estão indo rápido demais, não acha? –devolvi com outra pergunta.
-Querida, sabe quando você encontra uma pessoa, e vê que é ela que realmente te faz feliz? Que é a única com quem você enxerga um futuro? Eu sinto isso por Jeremy, sinto coisas que jamais senti, nem mesmo com seu pai. –ela disse sorrindo pro nada.
Sabe, isso pode ser bom para minha mãe, eu nunca a vi tão feliz e viva antes, mas algo ainda me incomoda e não me deixa concordar totalmente com isso.
-Ta ta, vou me trocar. –disse e ela sorriu pra mim, saindo do quarto em seguida.
Levantei-me da cama e arrastei até o banheiro para tomar um banho quente, assim que terminei o banho fiz escovei meus dentes e penteei meu cabelo.
-Filha, já está pronta? –minha mãe gritou lá de baixo.
-Aham. –disse assim que terminei de calçar meu tênis, (me olhei) no espelho e até que estava legal.
Desci as escadas rapidamente e minha mãe já me esperava no carro, tranquei a casa e entrei no carro,
-Vamos almoçar no shopping? –perguntei a minha mãe.
-Aham. –ela disse ainda prestando atenção na estrada.
Shopping com minha mãe, já estou me preparando psicologicamente para essas longas e longas horas.
[...]
-Chegamos! –minha mãe gritou assim que entramos em casa, as exatas 20h17 minutos. Quando eu disse que seriam longas e longas horas, eu não estava brincando.
-Vão querer comer algo? –Marta perguntou saindo da cozinha.
-Eu comi no shopping Marta, vou subir e me deitar, tudo bem? –perguntei a minha mãe.
-Sem problemas, mas achei que iria querer ficar acordada pra quando o Justin chegar.
-ELE VAI VIR AQUI HOJE? –gritei surpresa e Marta e minha mãe me olharam confusas. –É que-quer dizer, eles vão vir aqui hoje? –disse mais calma e disfarçando.
-Sim, algum problema? –minha mãe perguntou desconfiada.
-Não, claro que não. –disse tentando parecer óbvia. –Vou subir, mas não vou dormir, quando eles chegarem me avisem, ta? –disse e subi sem ao menos ouvir uma resposta.
Cheguei ao meu quarto e larguei as sacolas de compras no closet e logo depois me taquei na cama, estava muito, mas muito cansada.
Depois de alguns minutos escutei a campainha sendo tocada, merda.
Levantei-me rapidamente e fui até a janela do meu quarto, tendo a perfeita visão do carro de Justin sendo estacionado na garagem.
Mas... Espere, porque ele está estacionado na garagem se eles vão embora ainda hoje?
A não ser que... puta que pariu.
-Justin querido, pode subir, Alice está no quarto dela. –escutei minha mãe dizendo e logo ouvi passos na escada.
Corri até a cama e me joguei nela, peguei um livro qualquer que estava na minha cama e fingi que estava lendo, mas minha respiração ofegante me entregava. Respirei fundo uma, duas, três, quatro vezes até conseguir acalma-la e logo ouvi alguém bater na porta.
-Posso entrar? –ouvi a voz de Justin e me arrepiei, mas que droga é essa?
-Uhum. –murmurei baixo, mas alto suficiente para que ele conseguisse ouvir.
Rapidamente a porta foi aberta e senti meu coração acelerar. Não desviei meus olhos daquele livro, e ouvi a porta sendo fechada, logo após passos vindos até mim.
-Oi Alice. –Justin disse.
Pela primeira vez tirei meus olhos do livro e observei Justin parado a minha frente e um sorriso brincava no canto de seus lábios.
-Oi Justin. –disse o mais simpática possível e sorri, o fazendo sorrir também. –Senta aqui. –disse batendo no espaço ao meu lado na cama e logo Justin o fez, se sentando ali e espalhando seu perfume amadeirado pelo ar.
-O que estava fazendo? –ele perguntou me olhando.
-Estava lendo esse livro. –disse e balancei o livro na minha mão esquerda.
-E sobre o que ele fala? –ele perguntou desconfiado.
-Ah, é... so-sobre. Gaguejei e suspirei nervosa. –Pra falar a verdade, ia começar a ler, mas ai vocês chegaram e nem tive tempo. –disse a primeira coisa que veio a minha cabeça.
-Hm, entendi. –ele disse e olhou em volta, parecendo reparar em cada detalhe do meu quarto. –Fez compras? –ele perguntou apontando para as sacolas com a cabeça.
-Fiz sim, fui comprar o vestido para o noivado. –disse e revirei os olhos o fazendo rir.
-Também não estou tão de acordo assim, mas a parte boa é que vou passar a morar aqui, e ai teremos mais tempo juntos. –ele disse e desviou seu olhar do mural ao lado da minha cama para mim.
-Ju-juntos? –gaguejei rezando para que Justin não ouvisse o modo como meu coração batia naquele momento.
-Você acha que esqueci o que você me pediu no sonho? –ele disse se referindo aos beijos.
-Não sei, me diga você. –disse mais calma e o desafiei.
-Acho que posso fazer coisa melhor do que dizer. –ele disse sorrindo fraco. –Feche os olhos. –ele pediu com uma voz doce.
Fiz o que ele mandou e fechei meus olhos.
Logo senti uma respiração batendo fortemente em meu rosto, respirei fundo sentindo o cheiro de hortelã que vinha de sua boca e sorri, ainda de olhos fechados.
Não pensei direito, e logo senti seus lábios macios tocarem os meus, em um selinho delicado. Sua língua contornou meus lábios e logo abri minha boca, permitindo que sua língua a adentrasse. O beijo era calmo, como se quiséssemos aproveitar ao máximo aquele momento.
Ajeitei-me melhor na cama, ficando de frente pra ele. Justin pousou suas mãos em minha cintura a acariciando com o dedão, levei minhas mãos até a sua nuca e comecei a passar meus dedos entre seus cabelos macios, os bagunçando.
-Justin, Alice, desçam aqui, por favor. –escutei minha mãe gritar e me separei bruscamente de Justin.
O olhei apavorada e ele sorriu tranquilo. Como ele podia estar tranquilo?
-Vem, vamos descer. –ele disse se levantando.
-Vamos. –disse e suspirei, indo em direção a porta, mas antes de poder abri-la, senti as mãos de Justin em minha cintura me virando para ele.
-Calma. –ele disse me olhando e me perdi naquela imensidão de mel.
-O que? –sussurrei para ele.
-Nada de demais. –ele sorriu e me selou. –Agora vamos. –ele passou na minha frente a abriu a porta.
Ah meu Deus, ele só pode estar querendo me matar.

                                      *************
Oi meus amores, como vocês estão?
Bom, está ai mais um capítulo pra vocês, espero realmente que estejam gostando da IB.
Eu ia postar ontem até porque estava com o primeiro e o segundo capitulo prontos, mas ai ainda faltava umas coisas pra arrumar e acabei nem postando.
Hoje eu não fui pra aula então iria postar mais cedo, mas ai eu tava numa correria por que amanhã é meu aniversário (sim! vou fazer 14 aninhos olha como sou uma neném  quero presente e os meus parabéns certo? uieds) e vou ao shopping com minhas amigas pra comemorar, ai como foi de ultima hora tive que sair ligando pra um monte de gente e enfim, ta tudo certo e resolvido agora.
Cara, eu quero agradecer muito a vocês pelos 30 comentários no primeiro capítulo! Vocês não tem noção de como fiquei feliz e quase pirei por isso, já quem em TVD nunca passava de 20, mas cara, obrigada mesmo e vocês são linda demais!
Continuem comentando assim que sempre vou postar o mais rápido possível, ta?
Já quero deixar avisado que amanhã não irei postar, porque vou sair com minhas amigas e vou dormir na casa de uma delas, então na sexta eu posto, tudo bem?
Mas vocês podem falar comigo pelo twitter, sempre estou por lá.
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E é só isso, até o próximo capitulo.

Mais uma vez não vou pedir número de comentários, comentem bastante e dependendo do número de comentários posto na sexta.

Beijoooooooooooos!