1.8.13

#IB - Stronger: Capítulo 4

P.O.V. Katherine Windson

-Mãe, se não se importa, eu gostaria de entrar sozinha. Quero reconquistar minha privacidade. –Falei em frente ao hospital. Queria fazer a fisioterapia, os exames, todos sozinha. Eu era uma adulta e queria ser independente dentro de minhas possibilidades.

-Ah, tudo bem Kath. Tem certeza de que não quer que eu entre com você? –Falou meio triste.

-Tenho sim, venha, dê-me um beijo. –Pedi, já que não alcançava o seu rosto. Ela o fez e eu me direcionei para a secretária.



-Ei, Caren. –Falei. Ela não me viu, eu estava muito baixa. –Aqui embaixo!

-Oi, Kath! Resolveu comprar uma cadeira?

 -É... Pode avisar Paul de minha chegada?


-Claro! Espere no corredor. Logo ele chama você!

-Obrigada. –Direcionei-me até aquele corredor branco cheio de bancos cinza. Minha bolsa estava no meu colo e dentro dela eu havia guardado todos os baseados. Se deixasse em casa, muito provavelmente mamãe os acharia.

Minutos se passaram e Paul não me chamava. Nossa, que demora! O corredor estava vazio. Ora que outra, passavam algumas pessoas de lá para cá. Alguns eram idosos, outros crianças... Todos vestindo uma espécie de avental verde. Uma pessoa, ao longe, me chamou atenção, pois não usava a roupa que todos usavam. Esta pessoa se aproximava cada vez mais, em uma velocidade muito rápida. Estava correndo. Encontrava-se a cerca de 20 metros de mim quando percebi que era o garoto. Aquele que ficava me observando. Fiquei o olhando se aproximar e percebi que ele também me identificou. Ao passar correndo por mim, ele virou o rosto para me encarar e eu também o acompanhava com a cabeça. Nisto, sem olhar para frente, ele trombou com um idoso.


-Oh, nossa! Desculpe-me. –Falou levantando o idoso que tivera derrubado.

-Veja por onde anda garoto! Moleques... –Falou o velho barbudo, seco como um graveto, vestido com aquela roupa verde que todos usavam. O garoto fez cara de desentendido para o velho que já voltara a caminhar, e quando voltou-se para o caminho, nós cruzamos os olhares. Ele abriu um pequeno sorriso seguido de uma risada, acompanhada pela minha, e então voltou a caminhar, agora mais lentamente.

-Kath! Desculpe a demora... Veio sozinha hoje? E que cadeira é essa? –Disse Paul ao me enxergar.

-Tudo bem... Vim sim. Mamãe e papai compraram esta cadeira para mim e agora quero começar a fazer as coisas sozinha novamente.

P.O.V. Justin Bieber

Saindo da faculdade, hoje eu não ficaria lá para estudar, fui diretamente para casa. Tomei um banho, peguei algumas coisas que precisaria e fui para o hospital, precisava ver mamãe.

-Hey, mãe! –Falei depois de ter batido 3 vezes na porta e não obtido resposta. Abri e entrei, foi quando percebi que ela já estava dormindo. Nossa, que dorminhoca. Eu ainda nem comi! 

–Mãe! –Falei um pouco alto balançando ela de um lado para o outro. –Acorde senhora Patricia!

-Justin Bieber, quantas vezes devo pedir para não ser chamada assim? –Sabia que ela não iria gostar.

-Depende. Se você decidir descer comigo para comer alguma coisa não precisará repetir, agora... –Ela me interrompeu.

-Okay, eu vou! –Falou já se levantando.
 ...

Era de manhã, seis e meia para ser exato, e eu já estava acordado. Normalmente minha mãe se levanta às oito e meia, por isso decidi não a acordar. Coloquei uma roupa juntamente de meu casaco e desci para comer algo. Novamente, a garota não estava lá. Estava ficando preocupado, o que será que aconteceu com ela? Fiquei perdido em meus pensamentos quando percebi que estava atrasado. Já passava das nove horas, ou seja, a aula começara a meia hora. Saí correndo para o quarto da minha mãe, passando por aqueles corredores brancos que me davam arrepios. De longe, avistei a garota, e sem perceber, como se fosse um impulso, eu já estava olhando para ela. Ela chamava muita atenção, era realmente muito bonita. Acabei trombando em um velho magricelo que usava a mesma roupa que mamãe, e o coitado acabou caindo no chão. Nossa, que vergonha, a garota deve me achar um otário agora. Trombei em um idoso para ficar a observando...

Ao me virar para chegar ao quarto da mamãe, dei uma olhada na garota. Tanta beleza em uma pessoa só! Uau. Dei um sorriso e uma risadinha. Ah, como eu queria saber o seu nome, mas estava atrasado. É bom saber que ela está bem.

Fui até o quarto de Pattie e ela continuava dormindo. Os caras não haviam limpado o quarto hoje. Escovei meus dentes rapidamente e peguei minha mochila. Depositei um beijo na testa de Pattie e caminhei até o elevador perto do quarto. Dalí dava para observar  o lugar onde a garota se encontrava. Não estava mais lá.


Estava dentro do elevador junto com mais três pessoas, todas vestidas com aquele mesmo avental verde. Estava me sentindo mal, não sei o que é. Tenho pavor de elevadores, talvez devesse começar a utilizar somente as escadas.

-Ei, você! –Ouvi um médico, assim denominado devido ao seu jaleco, me chamar.

-Pois não? –Respondi desentendido.


-Como se chama?

-Não estou autorizado à fornecer meu nome para qualquer pessoa, desculpe.

-Por favor, não é por mim.

-É por quem então?

-Não estou autorizado a dizer. –Falou rindo. Não achei engraçado, mas poderia ser algo relacionado a minha mãe, por isso falei.


-Bieber, Justin Bieber, senhor.

-Obrigado. –Saiu caminhando rapidamente. Estranho. Peguei meu carro e fui para a universidade. Os corredores estavam completamente vazios e as salas cheias. Já posso prever o professor falando ‘Atrasado de novo, senhor Bieber’. E foi o que aconteceu. Sentei e assisti à aula.


Saindo da faculdade dei uma passada no shopping para espairecer um pouco. Há dias que eu não saía e estava nessa rotina de ‘univesidade, casa e hospital’. Passei por algumas lojas e acabei comprando um livro: ‘Game of thrones’. Meus amigos já haviam dito que era o melhor livro já inventado, então irei experimentar. Direcionei-me à praça de alimentação para fazer um lanche enquanto lia o tal livro. Estava destraído, por isso levo um susto ao perceber alguém me cutucando. Era ela. Tão linda, com seus olhos castanhos radiantes, o cabelo preso à um ‘rabo-de-cavalo’ frouxo e embaraçado, com as bochechas coradas e sardinhas espalhadas por todo o rosto. Usava um moletom cinza com dizeres em azul escuro, o mesmo que usava de manhã no hospital. A cadeira de rodas também era a mesma usada pela manhã: preta e eletrônica. Ela sorriu e então direcionou a cadeira para que parasse do lado da mesa marrom que eu utilizava.

-Hum, oi. –Disse ela, com um sorriso no rosto. O mais bonito que eu já vira.

-Oi. Sou Ju... –interrompeu-me.

-Justin Bieber. Já sei... bem, sou Katherine, mas me chame da Kath. –Ah, então esse era seu nome. Combinava muito com ela, eu adorei!

-Oi Kath! –Falei rindo.- Como já sabia meu nome? –Perguntei curioso.

-Pedi para que Poul te perguntasse. Ele é meu fisioterapeuta. Ah, antes que pergunte, sofri um acidente. Queimaduras de terceiro grau, e agora o lado queimado ficou paralisado. Faço fisoterapia com Paul há duas semanas, bem, não exatamente. Fará duas semanas neste domingo. –Falou ela rindo. Então era isso que ela tinha. Não é nenhuma doença crônica nem nada. Não podia expressar o que estava sentindo naquele momento, nem para mim mesmo. 
Ela era extremamente linda. Eu tive um amigo há muito tempo com o mesmo problema, na verdade, não o mesmo. Ele sofrera um acidente de carro e ficou paraplégico. Utilizava uma cadeira também e ele tivera dado um nome à ela assim que à adquiriu.

-Hum, certo. E qual é o nome? –Falei indicando sua cadeira de rodas.

-Do que? Da cadeira? Ela não tem nome. –Falou ela rindo.

-Como não? Cadeiras devem ser nomeadas. Ela é sua amiga agora.

-Não é e nem nunca vai ser. Eu a odeio, e se quer um nome, bem deixe-me pensar... 
Crisântemo! –Crisântemo? Isto é uma flor certo? Um péssimo nome.

-Crisântemo? É um péssimo nome para uma cadeira de rodas... Posso saber os motivos para este nome?

-Não! Talvez um dia saberá.

-Hum, um dia? Isso parece muito distante. Quer dizer então que continuaremos a nos ver por miuto tempo?


-Talvez... Diga-me, porque frequenta o hospital? E por que fica me encarando?

-Minha mãe, Patrícia, mas ela gosta de ser chamada de Pattie, está grávida. Jacob, o bebê, tem riscos de nascer prematuro, por isso ela deve ser internada para que esteja no hospital quando ele nascer.

-Hum, parabéns pelo irmão... Mas sabe, você não respondeu a segunda pergunta. Porque me encara tanto?

-Não sei. Se soubesse eu realmente diria, mas não faço a mínima idéia. Meus olhos se fixam em você e realmente não desgrudam de lá. Mas também notei que me observa. Pode explicar?

-Pelo mesmo motivo, ou melhor explicando, eu não sei. Talvez com seus olhos fixos em mim, a única coisa que eu teria de fazer é olhar de volta. Gosta de Game of Thrones?

-O que? –Não entendi e ela apontou para o livro que eu deixara aberto. –Ah, o livro... Na verdade, é a primeira vez que leio, não tive tempo de julgar, mas pelo pouco que li não parece muito bom.

-O que? Não parece muito bom? É o melhor livro já criado! –Ela disse. Pensei que era um livro para garotos, mas pelo visto não. –Amo o jeito com que Martin o escreve, é genial!

-Desculpe-me se o julguei precocemente. O lerei por completo e então posso dizer minha real opinião.

-Agradeço. –Falou ela rindo. Não entendi a graça. Talvez fosse por estarmos falando tão cultamente, então a acompanhei nas gargalhadas.

Ficamos em silêncio por um tempo, e então eu me pronunciei.

-Tenho um aniversário este sábado. É de uma noiva de um amigo, e ele disse que eu poderia levar alguém, se quisesse –Menti. –eu adoraria saber se, claro que não precisa aceitar se se sentir incomodada e tal... –Ela me interrompeu.

-Eu adoraria ir com você.

-Sério?

-É, vai ser legal. Faz um tempo que não saio, vim para o shopping hoje praticamente obrigada por meus pais, que estão bem ali –Falou apontando por um casal de mais ou menos 40 anos.

-Certo. Pode me passar seu número?

-Ah, na verdade eu...- ela estava meio envergonhada. As palavras não saiam de sua boca. –Eu não tenho celular. Ele estava no meu bolso no dia do acidente e acabou derretendo com o fogo... Meus pais estão gastando uma grana com meu tratamento e não sobrou dinheiro para um celular, mas você pode ligar para o celular dos meus pais, ou até mesmo a casa.

-Certo, pode escrever aí os números e o seu endereço. –Falei, a entregando um bloco e uma caneta que eu usava para anotar este tipo de coisa. Ela me olhou com cara de assustada e pegou a caneta. Foi então que percebi que ela era canhota, pois a pegara com a mão esquerda. Percebi, também, certa dificuldade em escrever e então me lembrei do acidente. –Precisa de ajuda?

-Sim. O braço direito não está funcionando –Falou rindo – e eu sou destra. –Peguei a caneta de sua mão e ela foi me ditando os números e o endereço.

-Então, Kath. O que você gosta de fazer? –Perguntei depois de anotar tudo.

-Ler, escrever, navegar na internet, ouvir músicas, e para ser mais específica, meus livros preferidos são todos da série 'As crônicas do gelo e do fogo', que vi que você está lendo. Internet, bom, redes sociais são meu fraco. Uso para me comunicar com as pessoas, mas não as que estão por perto e sim as mais distantes. Gosto de perceber que estamos todos interligados e que todos temos algo em comum. Converso com pessoas de diversos países, como Takumi do Japão, Buffon da Itália, Bruna do Brasil. Com eles, aprendo novas línguas e fico por dentro de suas culturas. Faz um tempo que não me comunico com eles, desde o acidente eu acho, mas agora que me lembrou, conversarei com eles hoje a noite. Meus gostos por música são os mais estranhos. Variam desde Eminem até Bullet For my Valentine. É claro que passam por Pop e o Rock mais básico... E você Justin, o que gosta de fazer? –Nossa, ela é muito diferente, nunca vi alguém assim. Uma garota que gosta deste tipo de livro, desdes tipos de música... é realmente muito estranha. Eu gosto disso, alias, amo. Não gosto do comum, do normal, gosto do estranho, do duvidoso. Quero alguém que possa me impressionar, alguém que me deixe confuso às vezes e que não seja provável. Gosto do improvável.

-Amo música. Sou extremamente apaixonado por ela. Com certeza, se não fosse arquiteto, seria cantor. Toco muitos instrumentos. São eles o piano, violão, bateria... Canto também. Meu gênero preferido é sem duvida o hip hop. Por exemplo, o Eminem que você citou, nossa, amo a música dele. As batidas, as letras... Não há melhor gênero para mim. Quando digo ‘Letras’, falo das profundas e que tem algo a dizer, não aqueles que falam de ‘bundas’, ‘bebidas’... embora goste também. –Disse rindo.

-Espera, você disse arquiteto?

-Ah sim. Não sou um arquiteto. Bem, não ainda. Curso arquitetura em Harvard, e me formo no fim do ano.

-Hum, Harvard? Nerd? –Odeio, simplesmente odeio quando sou chamado assim por estudar lá. Mas isso soa mais como um elogio para mim, afinal, os ‘Nerd’ quer dizer inteligente, e você já viu algum rico burro? NÃO!

-Porque fala isso? É como uma apelidação só por eu ter entrado em Harvard?

-Ui, desculpe burguesinho. Não te chamo mais assim. –Falou provocativa.

-Não vejo graça. –Falei tentando ficar o mais sério possível. Suas feições estavam muito engraçadas e eu sabia que aquilo não passava de uma brincadeira... Comecei a rir junto a ela. Rimos por aproximadamente 2 minutos sem parar, aparentemente, quando começou o segundo minuto, sem motivos.


-Nossa, porque estamos rindo. –Disse ela ao tentar parar sua risada. Nossa, e que risada. A melhor de todas que já ouvira. A cara que ela fazia ao rir, a coisa mais linda do mundo. Seus olhos já lacrimejando de tanto rir, mostravam mistério. Sabia que tinha muito para saber dessa grota, senti uma imensa necessidade de a beijar, na verdade já sentia isso desde que a vi pela primeira vez. Seus lábios me chamavam com aquelas gargalhadas gostosas, mas sabia que não era o momento.

-Sabe, acho que seus pais já estão cansados de esperar... É melhor você ir. Prometo te ligar, podemos combinar alguma coisa antes do aniversário. Te vejo amanhã no hospital?

-Não, a fisioterapia é de dois em dois dias... Nos vemos depois de amanhã, ou talvez antes. Espero sua ligação. -Falou ao me dar um beijo na bochecha, é claro. Eu via ela se afastar cada vez mais, com aquela cadeira. O barulho era muito chato, mas aguentaria só pra ficar com ela.

P.O.V. Katherine Windson


Mamãe e papai me buscaram juntos no hospital aquele dia. Ao me verem saindo de lá, logo um deles saiu do carro e abriu a porta para mim. Pegou-me no colo e então me colocou no banco de trás do carro. Amarraram o cinto a mim.

-Como foi lá, filha? Alguma novidade. -De novidade, eles perguntavam sobre avanços nos movimentos. Não houve um sequer, mas se a pergunta se relacionasse ao garoto, bem, a resposta já seria diferente. Aquele sorriso, ele todo atrapalhado ao ficar envergonhado por ter derrubado o velho magricelo... Hoje até pedira que Paul o perguntasse seu nome e falasse que não poderia revelar seus motivos para tal pergunta. Ele então o fez e ficou muito desconfiado, eu não o disse nada.

-Nenhuma novidade, mãe. Cansativo, e sem avanços como sempre.

-Não fale isso, Kath! Há poucos dias, quase voltou com os movimentos dos dedos! Seja paciente. -disse papai.

-Desculpe... Não quero parecer chata, mas por que vocês vieram me buscar juntos?

-Vamos ao shopping. Faz tempo que você não sai e não faz nada de novo. -Eu não gostara nada da idéia, mas percebi naquele momento que qualquer tentativa de me recusar a ir com eles seria falha, então não disse nada. No caminho, olhando pela janela, avistei os mesmos garotos de ontem, os que haviam me 'comprado' os baseados. Eles estavam fumando e bebendo e então senti uma extrema vontade de fazer o mesmo. Lembrei dos cigarros em minha bolça. Precisava arrumar um jeito de fumar.

-Nossa, está cada vez mais difícil arrumar vagas nesse lugar! É por isso que não viemos mais aqui. -disse meu pai. Na verdade, os motivos eram outros, dentre eles o acidente.

-Ali Andrew! Estacione ali! -Disse mamãe apontando para uma vaga de deficientes. Ah, que raiva, sou uma aleijada que pode estacionar em vagas especiais. Há dois meses atrás eu esperava realmente estacionar em uma vaga dessas só daqui a 50 anos quando adquirisse o 'privilégio' de ser idoso, mas não. Agora estou aqui, estacionando nessa vaga de merda. 

Mamãe pegou a cadeira de rodas no porta malas e com a ajuda de papai e de minha perna esquerda, eu sentei-me nela. Percebia os olhares de repulsa e compaixão, ao mesmo tempo, das pessoas.
...

-Ei Lídia, está vendo aquele garoto sentado, lendo aquele que pode ser chamado de 'livro sagrado de Katherine Windson'?- Papai disse quando estávamos sentados na praça de alimentação acabando de comer. Sim, era ele, Justin, Justin Bieber. Sabia seu nome devido à pergunta que pedira nesta manhã para que Poul fizesse. Senti meu coração bater mais rápido, como quando você está apresentando um trabalho na frente da turma inteira. Ele estava lendo meu livro preferido: 'A guerra dos tronos', o que o deixava mais lindo ainda. Seu cabelo, um topete caramelo muito sedoso, por sinal, caia-lhe nos olhos e ele parecia muito concentrado. Era simplesmente o desenho de um anjo.

-Sim... -Disse mamãe estranhando papai. Realmente parecia estranho ele chamar sua atenção para mostrar um garoto, mas eu já sabia o que ele iria fazer. Ia falar sobre todos os acontecimentos do hospital, embora não tenha presenciado o melhor de todos que foi hoje.

-Era este o garoto que eu falava. O do hospital, que Kath está de olho.

-Hum, que gato, filha! Escolheu bem. Vá o cumprimentar!

-Mas eu não o conheço!

-Então vá conhecer! -Falou já empurrando a cadeira na direção dele. Desde o acidente, eles 
tem meio que me 'forçado' a fazer novos amigos, devido à minha depressão. Naquele momento senti-me mais nervosa do que quando pulei de para-quedas pela primeira vez. Era um frio na barriga nunca presenciado antes, e uma imensa vontade de fazer xixi. Estranho, eu sei, mas eu sempre sentia isto quando ficava nervosa. Acelerei a cadeira em sua direção, e como num passe de mágica eu ja estava lá. O cutuquei uma vez e ele se virou. Viu-me e abriu um sorriso que foi impossível de  não retribuir. Direcionei-me para uma das pontas de sua mesa e levamos uma ótima conversa, que acabou por troca de telefones e um encontro já marcado. Agora percebo, que aquilo serviu para que eu esquecesse de tudo, incluindo fumar, mas chegando em casa logo lembrei e o fiz.

......

Oii, gente! Bom, desculpa a demora para postar, mas como vocês sabem, eu viajei e não pude postar. Quando cheguei, tive algumas provas para fazer, outro motivo que contribuiu para a minha demora. 

Mudando de assunto, aqui está o 4º capítulo... O que acharam? Comentemm!

Continuo com 20 comentários.

Beijos, Carol.

22 comentários:

  1. PERFEITOO PERFEITOO PERFEITOO
    ansiosa pra quando el namorar ele hihihih
    enfim ta perfeito

    ResponderExcluir
  2. Vei Jubs e Kath trocaram olhares de novo e dessa vez Jus bateu num velho kkkk, Kath recebendo ajuda de Poul que nem sabia na verdade hehe, Kath e Jus finalmente se "conheceram", e vei a mãe e o pai da Kath empurrando ela pro Biebs foi demais haha, Kath pare de fumar anjo isso não te faz bem :(, e Justin, que não é bobo, já convidou a Kath pra sair, U.U primeiro encontro kkk. Continua logo, Bjs Carol e a gente entende o pq de vc não ter postado. E vlw pela sugestões de livros dentro do cap :)

    ResponderExcluir
  3. Amei o captulo!!Finalmente tiveram uma conversa!!haha To Amando,muito bom o capitulo!!Continua??

    ResponderExcluir
  4. Ai que maldade.. tava tão bom... Não pare não tá ouvindo?? Continue logo!! kk
    Estou adorando :D Continua Logo!!

    Se poder, poderia visitar, comentar e seguir o meu blog?
    É esse: http://victoriaimaginebelieber.blogspot.com/
    Vou adorar ter comentários seus ;)

    Beijinhos :*

    ResponderExcluir
  5. Ai que maldade.. tava tão bom... Não pare não tá ouvindo?? Continue logo!! kk
    Estou adorando :D Continua Logo!!

    Se poder, poderia visitar, comentar e seguir o meu blog?
    É esse: http://victoriaimaginebelieber.blogspot.com/
    Vou adorar ter comentários seus ;)

    Beijinhos :*

    ResponderExcluir
  6. FICOU MUITO PERFEITOOOOO!
    EU AMEI DEMAIIIS!
    A conversa deles foi otima!
    Realmente Justin é meio burguesinho,ela tem razão kkkkkkkkkk
    ENFIM,
    Continua,xoxo *-*

    ResponderExcluir
  7. Anônimo13:29

    wow ,nossa ela é uma garota de atitudes tipo chegar nele CONTINUAAA

    ResponderExcluir
  8. Anônimo13:40

    isso que é um IB "inteligente" tipo conversas culta ñ é um IB com vadia criminoso ou patricinha rica , sei lá é um IB diferente de todos os que já li até agora gostei =) CONTINUA

    ResponderExcluir
  9. Anônimo16:10

    Estou amando, é realmente incrivel o jeito que voce escreve. Faz ela parar de fumar?? continua

    ResponderExcluir
  10. Anônimo19:28

    Amei!!
    Continua logo ñ pare PLEASE.
    Obg, Beijos Shai

    ResponderExcluir
  11. Que liiiindo ♡
    Enfim, se conheceram. \ô/
    Continua logo amore.
    Beiijos ♥

    ResponderExcluir
  12. Amei! Continua logo :)

    ResponderExcluir
  13. Anônimo22:04

    Nossa ta muuuito bom!Criou coragem para conversar...Amei continua?

    ResponderExcluir
  14. ñ tenho palavras pr descrever
    continua logo pf

    ResponderExcluir
  15. Brunna Breezy02:09

    Continuuuuuuuua :3

    ResponderExcluir
  16. cara acabei de começar a ver a sua ib, ela e mto boa, continua logo PLEASE

    ResponderExcluir
  17. Anônimo22:34

    Continuaaaaaaaa

    Liih

    ResponderExcluir
  18. Isadora00:23

    Continua *-*

    ResponderExcluir
  19. leitora nova akiii estou adorando suas ibh's serio todas sao perfeitas mas essa me tocou n sei achei uma historia emocionante e com drama adoroo um drama com romance kkk continua logo *-*

    ResponderExcluir
  20. Anônimo21:59

    que fofinho, continua! - @always1march

    ResponderExcluir