26.8.13

#IB - Stronger: Capítulo 5

P.O.V. Katherine Windson

-Kath, telefone para você! -falou mamãe em um tom malicioso. Me entregou o telefone e eu a questionei baixinho com cara de desenformada.


-Quem é?


-O garoto... Justin! -quando ela disse isso não poderia explicar a felicidade que me tomou, mas decidi nao demonstrar, afinal, não queria ser alvo de piadinhas de amor.

-'Alô, quem fala?'
-'Oi, é o Justin. Tudo bem Kath?'
-Oi, tudo! E com você?'
-'Também, é...'-estávamos sem assunto.


-'Ligou para saber se eu estava bem?'-perguntei rindo.
-'Nao exatamente... Você vai fazer o que hoje?'
-'Vou pra faculdade e depois não tenho nada pra fazer. E Você?'
-'Fauldade também. Você faz faculdade de que?
-Curso jornalismo. Acho que não havia mencionado no shopping...


-'Quer jantar comigo? Te levo em um restaurante.'


-'Pode ser.'
-'Combinado. Te pego as 7 então?'


-'Okay.'


-'Okay' -comecei a rir descontroladamente. Ele estava muito envergonhado de falar comigo, que fofo! -porque está rindo? Quero rir também!
-'Não é nada. Te vejo as 7 Jus, beijos.'


-'Beijos.'
-Uhm... Parece que alguém tem um encontro!
-Ah não enche mãe. Só me ajuda a achar uma roupa que ele vem as sete.


 ...
-Oi, Kath, alguma novidade? -falou Mariza, assim que cheguei na universidade acompanhada por minha mãe. Ela iria falar com a senhorita Spilboard sobre minhas faltas. Embora eles já soubessem os dias que eu viria, estavam marcando faltas para mim. Isso não deveria acontecer, uma vez que minhas faltas são por motivo médico.
-Nada. -Falei sem ânimo.
-Têm sim! Ela tem um encontro hoje. O garoto é um gato e vai passar para pega-la as sete horas.
-Nossa Kath! Isso é uma novidade e tanto. Porque não me contou? Quero conhecer meu cunhadinho. -disse rindo. Ela chamava meus namorados de cunhado, pois nós éramos como irmãs. Eu revirei os olhos.
-Ele não é meu namorado. Não podemos dizer nem que somos amigos. Conversamos uma vez na vida, ele anotou meu telefone, quero dizer, o da mamãe, e me ligou. Combinamos uma janta e foi so isso, nada demais.
-Nada demais... Sei. Eu e Lucas quase não nos conhecíamos a três dias e agora. Ah - dei um suspiro. Espero que ela se de por conta que mamãe está do nosso lado e não continue esta frase. -agora já trocamos algumas palavras.
-Pode falar Mariza. Sou mãe, mas já tive a idade de vocês. -disse mamãe rindo. Eu nunca contara a ela como foi quando perdi a virgindade. Nunca nem toquei nesse assunto. Falamos sobre sexo normalmente, mas quando isso se volta para mim, torna-se um encomodo e eu me retiro da conversa. Eu nem sei se ela sabe que não sou mais virgem.
-Aí tia, foi perfeito! Nunca tive transa melhor. - a Ma é louca, olha o que ela fala para minha mãe. Lídia começou a rir e se despediu de nós. Foi lá falar com a senhorita Spilboard enquanto eu e Mariza nos direcionavamos para a sala.
-Ma, você é louca! Olha o que disse para minha mãe. 'Nunca tive transa melhor'.
-Ah Kath, deixe de ser ingênua. Sua mãe sabe muito bem que você transou com Joseph.
-Isso não é ingenuidade. Não se trata de ela saber ou não da minha virgindade, trata-se do modo com que você disse para ela. 'Nunca tive transa melhor', o que ela deve estar pensando?
-Nada, Kath. Deixa para lá, esquece! Agora me fala do Justin. -quando ela falou o nome dele, abri um sorriso como se imediatamente. Olhei para baixo e lembrei do seu sorriso: o mais lindo de todos.
-Ele é lindo. Sério, você não faz idéia. Ele me ligou e perguntou se eu queria jantar com ele, todo envergonhado. Podia sentir a bochecha dele corando. Ele é muito fofo. Estava lendo Game of Thrones quando nos 'conhecemos'. Parece perfeito pra mim, é um sonho.
-Eu fico muito, mas muito feliz por você Kath. Depois do Joseph, você não ficou com ninguém.
-Não foi por falta de vontade. Esse acidente de merda que causou tudo isso, mas se não fosse por ele eu nunca teria conhecido Justin.


-Como assim?
-A mãe dele está grávida e está no hospital. Lá nos trocávamos olhares e pedi para que Poul perguntasse o nome dele. O vi no shopping e fui conversar.


-Nossa, o primeiro passo foi seu?
-Aparentemente sim, mas não ligo.
-Hum, parece até que já está apaixonada. -falou rindo em tom de deboche.
-Claro que não. Nem deu tempo para se apaixonar.

P.O.V. Justin Bieber.


Quando cheguei ao hospital na noite anterior, lógico, minha mãe perguntou o porquê de minha demora. Tive de contar sobre Kath e ela não ficou surpresa. Não é mentira quando dizem que mãe tem sexto sentido. Passei a noite pensando nela e em motivos para ligar para ela. 

Acordei pela manhã sem ter dormido muito e desci para comer com minha mãe. Estava pensativo e ela logo reparou. Como já disse, o seu sexto sentido a capacitou de me fazer uma pergunta direta:
-Pegou o número dela?
-O que? -me fiz de desentendido. -Ah, sim. Peguei, por quê?


-Liga, chama ela pra sair.
-Não fica estranho? Quase não nos conhecemos...
-Mas é claro que não. É assim que se conhece uma pessoa.
-Tá, eu vou ligar.
-Agora! Quero ver você ligando.
-Okay, espera. -retirei o número que eu anotara no dia anterior. Disquei o primeiro número em 
meu celular e ninguém atendeu, liguei então para o que dizia no lado 'mãe', e uma mulher atendeu.


'Alô, quem fala?'


'É o Justin. Quem fala?'


'Ah, oi Justin. Aqui quem fala é a Lídia, mãe da Kath. Quer que eu passe para ela?'


'Por favor'- depois de um tempo esperando, pude ouvir sua preciosa voz. Fiquei sem assunto por um tempo e eu não sabia como a chamar para sair. Eu realmente tinha ficado envergonhado e minha mãe começou a rir da minha cara. Logo Kath riu também, fiquei mais envergonhado ainda. Marquei de pega-la às sete horas no endereço que ela me passara.
-Para onde vai levá-la? -perguntou mamãe depois de um tempo.
-Não faço a mínima idéia. Alguma dica?
-Aquele restaurante que me levou aquele dia parece bom. Leve flores, ou chocolate, mas não apareça sem nada.
-Quer que eu gaste uma fortuna já no primeiro encontro?
-Os primeiros são para impressionar. Com o tempo vai acabando as mordomias.


-Mas ela merece mordomias sempre.


-Todas merecem Justin, todas merecem.

...

-Olá senhor. Pode me ajudar com algumas flores? -Perguntei entrando em uma floricultura depois da universidade. Eram 15 horas e eu precisava achar chocolates ou flores, mas não sabia do que ela gostava, foi então que me lembrei do nome que ela tivera dado à sua cadeira: crisântemo. Eu não fazia idéia de que flor era aquela, por isso precisava de ajuda.


-Sim. Em que posso ajudá-lo? -respondeu o cara da loja. Ele usava avental cinza onde se encontrava um crachá escrito 'Bill'. Era um senhor já de idade com uma barba longa, e Sua pele clara já mostrava as saliências das rugas. Os olhos azuis feito água me encaravam com certo desânimo, mas mesmo com pouco interesse em me ajudar, ele o fez.
-Eu procuro por crisântemos.
-E porque um garoto tão novinho, sem cara de quem gosta de flores procuraria por crisântemos? -disse quando já se direcionava para as flores.
-Não são para mim, são para uma pessoa.
-Certo, então quer um buquê? É uma mulher? Tem certeza de que não quer rosas? São as mais procuradas para um encontro.
-É um buquê. Na verdade quero crisântemos mesmo, acho que ela gosta.
-E de que cor vai ser? -eu não fazia idéia de que cor escolher. Haviam amarelos, brancos, laranjas, rosa... Estava completamente confundido naquele momento. -Ah, deixe para lá. Vou fazer um buquê com várias cores e então você leva para ela.
-Obrigado -respondi rindo. Ele acabou de fazer aquilo, e me passou o preço. Caro, mas valeu a pena. Ficou muito bonito. Entrei no carro e me direcionei para casa; precisava tomar um banho. Liguei para o celular da minha mãe e falei que voltaria tarde para o hospital hoje. Ela disse que já sabia e que eu aproveitasse muito com a Kath. Perguntou sobre o que eu levaria e eu falei das flores. De primeira ela não gostou, disse que deveriam ser rosas, mas no final, depois que eu falei sobre o nome da cadeira de rodas, ela gostou.

P.O.V. Katherine Windson


- Vamos mãe, preciso tomar banho. Já são 16 horas, não vai dar tempo de eu me arrumar! -gritei do meu quarto. Precisava que minha mãe me desse um banho urgentemente.
-Estou indo, estou indo. -falou subindo as escadas correndo. Abriu a porta com uma velocidade jamais vista na história e ligou o chuveiro. -Vem, vamos tirar essa roupa. -falou já tirando meu moletom até que já estava nua.
-A água está quente.- falei na metade do banho. Ela estava pelando, chegava a doer a minha pele, mas nada comparado ao que eu já sentira anteriormente. Ela esfriou um pouco girando a pequena alavanca para a opção 'morno' e continuou o banho.
-Prontinho! Você vai ficar linda. O que quer fazer no cabelo?
-Você pode secar para mim? Quero o deixar liso.


-Tudo bem, antes vamos escolher uma roupa. -Escolhemos uma calça jeans clara desbotada e rasgada, com uma bota cano baixo preta. Uma jaqueta de couro também preta com um suéter cor vinho por baixo. -você está linda!


-Obrigada. -disse envergonhada. -agora pode secar o meu cabelo?
-Claro, vamos lá. -ficamos por cerca de meia hora na frente do espelho, eu parada e ela fazendo uma escova no meu cabelo. Muito chato e entediante, mas valeu a pena, o resultado foi perfeito.
-Ficou bom mãe, obrigada. Falei acionando a cadeira e me direcionado para minha cama.
-O que pensa que está fazendo? Você precisa de uma maquiagem para esta cara pálida, alias, precisava conversar com você sobre uma coisa, mas antes vamos arrumar esse seu rosto.
-Nossa, obrigada mãe. Você sabe que eu não gosto de maquiagem, fico parecendo uma 
panda... Por favor, não.
-Deixe de ser fresca, venha. -falou já arrastando a cadeira para o mesmo lugar que estava antes. Fiquei um século ali parada que nem tive a chance de contar quanto tempo foi. –Veja, o que acha? -falou me virando de frente para o espelho. Tinha ficado muito bom, ela maquiava muito bem, tenho de admitir, nem parecia eu.
-Nossa! Obrigada mãe, ficou muito bom. Se um dia nós ficarmos pobres já sabemos qual vai ser a sua profissão. -falei rindo.
-Obrigada -disse rindo. -Agora só falta um perfuminho e podemos conversar.
-Ah, que medo. Que conversa é essa?
-Nada de mais, vem, vamos para a sala. -Nós descemos e eu posicionei minha cadeira frente ao sofá que mamãe tivera sentado.


-Sobre o que quer conversar.
-Filha, você está muito magra. Tem comido direito?
-Ah, por favor... É sobre isso? -falei revirando os olhos.
-Filha, suas costelas estão aparecendo! Nunca te vi assim.
-Também, eu sempre tive meus movimentos, sempre fui feliz... Mãe, eu não me mexo! Tenho 20 anos e minha mãe tem que me dar banho. Sabe como isso é ruim? -ela começou a chorar.
-Desculpa filha, deve ser horrível, me desculpe. Se eu pudesse, tiraria meus movimentos para que você se mexesse. -ela estava chorando muito. Aquilo deu um aperto no meu coração. Ver sua mãe chorando é a pior coisa do mundo. Precisava fazer parar.
-Mãe, não chore, por favor. Eu te amo e está tudo bem. Às vezes eu exagero nas coisas que falo... Eu estou levando uma vida relativamente normal, estou comendo pouco por causa da depressão, mas prometo que vou comer mais. -Ela assentiu com a cabeça e deitou-a no meu colo. Ficamos por 15 minutos, eu sentada na cadeira de rodas e minha mãe no sofá com a cabeça apoiada em minhas pernas e eu fazendo carinho nela com a mão esquerda. Ela estava chorando muito. Às vezes penso que só eu estou triste com tudo isso, mas mamãe e papai estão muito piores. Nós estávamos em um clima tão bom de mãe e filha, apesar de tudo, que acabamos levando um susto de pular da cadeira quando a campainha tocou. Papai desceu correndo e foi atender a porta. Era o Justin, é claro.
-Olá Justin, entre. -falou Andrew abrindo a porta. Não sei por que ele não deixou que eu abrisse.
-Boa noite Andrew, Kath está?
-Está ali no sofá. Pode entrar. -ele então entrou e se direcionou ao sofá.
-Oi Kath, Lídia. -falou beijando nossas mãos. -Vamos Kath?
-Claro. -ele estava parecendo um mauricinho. Usava uma camisa de botões listrada verticalmente com vários tons de azul, que estava para dentro de sua calça jeans desbotada. Ele estava usando óculos escuros, sendo que já anoitecera. Estranho, mas lindo. Ele pegou na cadeira de rodas a fim de me empurrar. -Não é preciso Justin, eu a mexo sozinha. -Saímos 'andando' até a porta. -Tchau mãe. -mandei um beijo no ar para ela que estava sentada no sofá. -Tchau pai - O abracei e ele se abaixou para me beijar.
-Tchau filha. Qualquer coisa me liga. Fique com o celular da mamãe. -falou me entregando o celular.
-Obrigada pai. -Falei o colocando dentro de minha bolsa. -Mas não será necessário. Até mais. -Justin já me esperava do lado de fora de casa. Ele se despediu de meus pais e seguimos para o carro. Abriu a porta para mim a fim de que eu entrasse. Morri de vergonha naquela hora. -Justin, e-eu... É...
-Justin, ela não entra sozinha. Deixe que eu ajudo você. -Disse papai correndo para perto de nós. Ele me pegou no colo e me colocou no carro. Pegou minha cadeira de rodas e foi até o porta-malas a guardar. Trocou algumas palavras com Justin que eu não pude ouvir. Bieber entrou no carro e deu partida.
-Vamos lá Kath! -falou abrindo um sorriso -Ah, já ia esquecendo. Comprei essas flores para você. -Disse ao me entregar alguns crisântemos. Não me contive. Comecei a rir descontroladamente. -O que houve? Quero rir também.
-Você... Você comprou crisântemos. -falei com dificuldade rindo ao mesmo tempo. -Por que acha que coloquei esse nome a cadeira?
-Eu não sei...
-Eu odeio a cadeira, e odeio. -comecei a rir mais ainda. -crisântemos. Ele começou a rir comigo. Achei que ele fosse se ofender, mas não. Riu loucamente junto comigo.
-Desculpa. Na próxima vou comprar rosas. -falou tentando parar o riso. - Bem que o cara da floricultura disse, rosas são as mais procuradas.
-Não tem problema Jus, nem um. Sério. Para onde vamos?
-É surpresa. Kath... É... -parecia meio sem jeito. -você está linda! Perfeita, quero dizer. -sorri como forma de agradecimento. Fomos o caminho em silêncio. Eu apreciava a vista gelada do Canadá. Árvores sem folhas cobertas por uma espessa camada de neve. Pessoas pessoas, caminhando de um lado para o outro com seus casacões de pele. Paramos em uma sinaleira e pude notar seu olhar sobre mim. Virei-me para ele que me examinava minuciosamente com um sorriso estampado no rosto, e que sorriso. Ele era muito lindo. Examinei-o assim como ele fazia, com meu sorriso, certamente mais feio do que o dele, também no rosto. Ele usava um casaco, mas mesmo assim eu sabia que seu porte físico era muito avantajado. Seu rosto era bem definido, que com seu sorriso, formava pequenas elevações nas extremidades. Usava óculos escuros que  tampavam seus olhos cor de mel hipnotizantes. O cabelo que mais parecia o de um anjo estava todo organizado em um topete, coisa que eu não via a muito tempo. Eu não gostava de topetes, a menos que estivesse nele. Ficava tão bem nele, era como se fosse feito perfeitamente para ele, assim como Crisântemo fora feito para mim. -Acho que chegamos. Vou pegar a cadeira, espera aí!
-Pode deixar Justin. Mesmo que quisesse, não poderia dar um passo fora daqui. -Falei rindo. Ele pegou a cadeira e me pegou no colo. Posicionou-me perfeitamente nela, mas não pude esconder a vergonha que estava sentindo. Acho que as pessoas que nos observam devem pensar no quão ridícula é essa situação. Ele, um garoto perfeito em todos os sentidos com uma garota que de todas as características existentes a única que não se encaixa é a de perfeição. Nos direcionados até o restaurante, ele caminhando e eu manejando crisântemo com os dedos. Pude perceber a qualidade do restaurante, era muito sofisticado. Devia ser muito caro, eu trouxe dinheiro, mas não me preocuparei se ele quiser pagar.
-Senhor Bieber? -disse o garçom bem vestido que usava um crachá com seu nome: Liam.


-Sim.
-A mesa já está a sua espera. Por favor me acompanhem.
-Reservou uma mesa? –perguntei surpresa.
-Sim... Nunca se sabe, vai que quando chegássemos não tivesse mesa.
-Tem razão. -falei em tom de simpatia. Chegamos perto e o garçom tirou com certa velocidade a cadeira que estava reservada para mim. Certamente Justin não havia mencionado que eu iria trazer minha própria cadeira.
-Vai Kath. Coloque o crisântemo no lugar que quiser. -disse Justin. Tive muita vontade de rir naquele momento. Ele disse 'crisântemo' ou invés de simplesmente 'cadeira'. Ele era muito fofo, mas não deve ter percebido que o único lugar que eu poderia posicionar Crisântemo era aquele que o garçom tivera tirado a cadeira.
-Obrigada Justin. Aqui está bom para mim, e bem... Para crisântemo.- falei rindo. Dar nome a um ser inanimado era engraçado. Pergunto-me se ele vai querer comer também, já que possui um nome. Fizemos nossos pedidos e ficamos conversando. Não sei de onde tirávamos tanto assunto. Pude conhecer Justin de verdade e percebi que tínhamos muito em comum, a não ser pelo fato de ele não estar gostando do livro 'a guerra dos tronos' que eu amo. Ele vai se formar no final do ano e já tem propostas de emprego. Já pensa em comprar sua própria casa, mas tem medo de deixar sua mãe sozinha.
-Você tem pai? Bem, você me entendeu. -perguntei um tanto curiosa. Em toda nossa conversa ele mencionou sua mãe, mas nunca falara sobre o pai.
-Logicamente eu tenho. -disse rindo. -Bem, ele mora longe... Casou-se novamente, mas temos uma boa relação. Ele só... mora longe. Tenho dois irmãos. Já te falei deles?
-Não! Mais velhos ou mais novos?
-Mais novos, filhos do meu pai. Eles são muito lindos, você vai os amar. Tenho que apresentar vocês, vou até pedir para que meu pai faça uma viagem para cá, pra vocês se conhecerem... A minha mãe você já conhece, eu acho, mas precisam de uma apresentação mais formal. Amanhã no hospital, quem sabe?
-Claro, ela parece ser muito simpática. -continuamos conversando mesmo com os pratos na mesa. Ele falava sobre Jacob, seu novo irmão, sobre o namorado da mãe que a deixou... Era um assunto atrás do outro. Justin era muito legal, me sentia melhor com ele. Sem ele eu era só uma garota aleijada e depressiva, com ele era diferente. Sentia-me normal novamente. Ele me fazia normal.


...

Oi gente, aqui é a Gih. A Carol pediu para eu postar para ela pois o computador dela parou de funcionar. Espero que gostem! 

+20 comentários? *o* 

Beijinhos *3*

23 comentários:

  1. *o*
    Continua... Está perfeito!

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  2. Anônimo20:30

    tá tudo tão P-E-R-F-E-I-T-O mds *o* continuaaaaaaaa

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  3. Ui ta muuuito perfeito,Tão Lindo!!!Doida para o proximo capitulo :)

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  4. won que bonitinhos continua *----------* eles tem q ficar juntos *--------*

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  5. Brunna Breezy07:13

    OMG taão perfeitos eles dois :3 , continua pf

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  6. q lindo *o* continua logo pf

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  7. own, esse capitulo ficou muito meigo... divo d+ *o* rs'
    continua.

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  8. Anônimo22:04

    continuaaa

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  9. Vei que fofo Jus com vergonha haha, e cara o que vai acontecer no final desse jantar em hehe. Cara continua logo Carol pfv,Bjs

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  10. Anônimo22:10

    continua



    #viciei :3

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  11. Anônimo01:43

    continuaaaaaaaaaaaaaa

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  12. Ounwttt amore,sorry por não comentar antes,minha vida tá terrivel '-'
    Bom gata,continua viu?Sempre gostinho de quero mais hihi *-*
    Continua!Beijos!

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  13. Continuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa quero um bejito logooo
    Ta perfeito baby ^^

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  14. Anônimo16:36

    continuaaaaaaaaaaaa, por-Geisiele

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  15. ketlim14:51

    aaaaaah perfeito continua

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  16. Anônimo17:09

    continua

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  17. Camila17:10

    continuaaa...

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  18. Oi Por favor continua pelo amor Deus quero saber final :)

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  19. Porque me indenifiquei com a história porque sou Deficiente Física :)

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  20. http://ask.fm/AleMancini87 se quiser conhecer melhor ta ai

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  21. Anônimo14:10

    Continuaaa esta perfeito
    By:Laíssa

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